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18 janeiro 2010

De SP a MVD, OMFG!!!

Bem, pra começar, só pra começar o relato das minhas curtas férias, bem que @barbarabramo avisara que eu podia ter problemas na viagem. Aliás, essa mulher acerta tudo!!! putzgrila! Dito e feito.
Começando pelo fato de eu ter marcado a passagem para as 11h da manhã e, por desatenção, achar que tinha que chegar com 3h de antecedência. E quem disse que eu achava um táxi às 6 da matina do dia 1º de janeiro para me levar ao metrô Barra Funda e pegar o Airport Service que eu, exagerada, tinha marcado para as 6h20? (eu poderia ter pegado o das 8h tranquila...) Virada, quase duas noites sem dormir, fiquei tão p. da vida que já comecei chutando o balde e indo direto de táxi para o aeroporto - detalhe, eu tinha comprado a passagem antes e, portanto, achava que tinha jogado 31 reais no lixo. Depois conto como acabou. De todo modo, o táxi saiu oitentão e eu já cheguei no aeroporto puta da vida porque tinha gasto 70 reais a mais que o previsto e a viagem não tinha ainda nem começado.
E os gastos extras continuaram mesmo antes de embarcar. Tava MUITO frio na sala de embarque ou, sei lá, muito frio pra quem está sem dormir, muito frio pra quem é friorenta, e eu já tinha despachado minha mala e só tinha um cardigan mto fininho e chiquetosinho recém comprado na Zara para a viagem ('me achando', que eu ia viajar de cardigan chiquetosinho, tsk tsk). Morri com mais uns 70 reais na única roupa que eu podia pagar e que valia a pena a relação custo benefício na porcaria do free shop da ida: um moletom da GAP, escrito GAP bem grande na frente. Odeio a GAP. Fiquei com ódio da GAP depois que eu li NO LOGO. E lá estava eu com o raio do moletom fazendo propaganda de graça pra GAP e ainda tendo que pagar por isso.
Mas, pelo menos, viajei quentinha.
Dormi a viagem inteira no meu também recém adquirido travesseirinho de pescoço inflável e não tive o desprazer de ver qual foi o lanchinho meia-boca que a GOL ofereceu para pessoas que, como eu, pagaram o dobro do preço da passagem para embarcar em um vôo vazio para Montevideo.
Mas isso não era tudo.
Ao chegar em Montevideo, desembarquei no aeropuerto nuevo. Ótimo e tentador free-shop, por sinal, onde comprei um rimel e um batom da L'Oreal.
Não havia um caixa eletrônico sequer no aeropuerto nuevo.
E eu tinha que pagar o táxi em cash. E eu não sabia que trocavam Reais nas casas de câmbio no Uruguay, tampouco sabia que no Uruguay pouquissimos lugares aceitam cartão de crédito, e tampouco sabia que eu tinha que ter desbloqueado meu cartão do banco para poder sacar direto da minha conta, que era o que eu pretendia fazer durante toda a viagem - a minha gracinha de gerente, pra não dizer o palavrão pelo qual eu tenho afetuosamente me referido a ela desde então, não me avisou, não providenciou o cartão extra que eu tinha pedido e depois se lixou atenciosamente para os meus problemas em Montevideo, sem um centavo no bolso.
Pois é. No meio do caminho para o hostel, parei em um posto Petrobrás para sacar dinheiro. E...
El cajero me comiò la tarjeta de Santander.
Si, puta madre, me quedè sin tarjeta en el primero dia en MVD, casi sin plata, e solo con un crédito de 250 reais que havía cargado en el VIsa Travel Money para emergencias. Bueno, llegò la emergencia.
E assim comecei minha viagem.

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