Importante mesmo esse negócio das cuecas. Há homens que não dão a menor bola pra isso e, além de usar aquelas horríveis tradicionais, tipo sunga, ainda as usam até desintegrar.
Até aí, usar aquela cuequinha velha na ginástica, ou num dia em que vc não vai encontrar a moça, tudo bem. Nós também temos calcinhas velhinhas que usamos nos dias em que (provavelmente) nada vai acontecer.
Mas tirar na frente da moça uma cueca com elástico arregaçado e toda desconjuntada, horrorosa mesmo, talvez até meio encardida, ah, isso não dá! É de perder o tesão!
Ainda se fosse preta... vá lá, disfarçava um pouco...
Ah, os homens que usam cuecas boxer! Ah, a samba-canção! Nada mais lindo que um homem de samba-canção!
Eu sei, eu sei, são bem mais caras. Eu sei, não vêm naquele pacote com três da promoção (aaargh!!). Mas vcs bem que podiam ter algumas. Pra usar de vez em quando, né? Pra fazer um charmezinho...
Ou então, pelo menos, não saiam com a moça com aquela cueca encardida e sem elástico! Pode sair até sem cueca, é muito sexy na hora de tirar (risos). E, pelamordedeus, se estiver com ela, sem querer, justo naquele dia, vai tirar no banheiro, sei lá, se vira, bota uma venda nos olhos dela! Mas não deixa a moça ver não... é meio broxante! Além de dar uma impressão de que o cara não é exatamente muito limpo...
Não têm homens que se dizem apaixonados por todas as mulheres? Pois eu, talvez, seja uma mulher apaixonada por todos os homens. Mas duvido que o Vinícius gostasse de mulher com calcinha velha e feia. Duvido.
12 dezembro 2004
11 dezembro 2004
A Hora Mágica

O surrealista Magritte tem uma pintura que eu adoro e me lembra muito esse momento a que me refiro. Chama-se 'O Império das Luzes' (trata-se de uma série, na verdade).
À primeira vista, vemos uma rua à noite, e dentro da casa, luzes. Um lampião na rua. Tudo é escuro e o contorno das árvores é nítido. Penso em acolhimento, e os pássaros ali nas árvores já estão recolhidos em seus ninhos.
Depois de alguns minutos observando o quadro (eu tive o prazer de vê-lo em Veneza em 1998) nos damos conta de que logo acima o azul é, literalmente, celeste, e brancas nuvens de meio-dia pairam sobre a cena.
É genial.
10 dezembro 2004
A Hora Mágica
Um amigo que entende das coisas de cinema me explicou que a expressão 'a hora mágica' é usada por cineastas (e fotógrafos, eu presumo) para definir dois momentos do dia (na madrugada ou ao anoitecer).
Vou falar do que eu mais conheço e que mais gosto.
Momento em que ainda não é noite (mas quase). O sol já se escondeu, mas no horizonte ainda resta um pouco de luminosidade.
O azul do céu é profundo. Vênus já apareceu, assim como a lua, brilhante. Se for crescente, então, é o cenário perfeito. Se for em Botucatu, cidade de céu muito limpo e muito brilhante, melhor ainda. Cigarras cantando e cheirinhos de entardecer também fazem parte do visual.
O que mais me impressiona são as silhuetas das árvores e casas, negras, recortadas sobre esse céu maravilhoso. As luzes das casas e dos postes, recém acesas, dão o toque final à atmosfera de recolhimento e intidade desse momento do dia.
(continua...)
Vou falar do que eu mais conheço e que mais gosto.
Momento em que ainda não é noite (mas quase). O sol já se escondeu, mas no horizonte ainda resta um pouco de luminosidade.
O azul do céu é profundo. Vênus já apareceu, assim como a lua, brilhante. Se for crescente, então, é o cenário perfeito. Se for em Botucatu, cidade de céu muito limpo e muito brilhante, melhor ainda. Cigarras cantando e cheirinhos de entardecer também fazem parte do visual.
O que mais me impressiona são as silhuetas das árvores e casas, negras, recortadas sobre esse céu maravilhoso. As luzes das casas e dos postes, recém acesas, dão o toque final à atmosfera de recolhimento e intidade desse momento do dia.
(continua...)
07 dezembro 2004
Emilia tomou uma pílula
Nunca havia pensado em ter um blog até conhecer M. há um ano, mais ou menos. A empatia foi instantânea, e a troca de e-mails, intensa. A certa altura, depois de uma semana de mensagens, disse que os meus e-mails eram ótimos, que eu escrevia muito bem. Já pensou em ter um blog?
Bem, eu tava trabalhando pra caramba, mal tinha tempo pra cuidar do cão (Xuli), que já andava roendo os saltos dos meus sapatos ($$$) e lambendo constantemente as patinhas. Então, deixei pra lá. M. e eu desaparecemos, assim como, um dia, surgimos.
Janeiro de 2004. Escrevi um pequeno relato fantasiado sobre um acontecimento no Rio de Janeiro. Pouco tempo depois... um vírus "x", jamais identificado, me levou direto pro hospital. Tempo obrigatório pra pensar sobre a vida. Mas o que é que eu gosto mesmo de fazer??? Ler. E escrever. E não foi por isso que me apaixonei pelo Direito? (mal sabia...)
Resolvi que ia escrever um livro. Parei, é claro na página 3. Parei. Meses depois, enfiada dentro de casa estudando, um dia, comecei a escrever. O instinto descritivo. Alguma coisa não-jurídica, não-criminal, tentativas de conto.
E não é que (sincronicidades...) encontro M. um ano depois? Gentil como só ele, me liga pra dar parabéns, vamos nos ver, marcamos um café? Ao café, pois. À troca cotidiana de palavras. Mando para M. um desses escritos, resultados de noites não-dormidas escrevendo em criminologês. E lá vem ele, de novo: já pensou em ter um blog?
Tá aqui o blog, então. Sobre o muito que conheço pouco. Há tanto pra falar! Culpa do Dr. Caramujo. Ah, por favor, Emilia sem acento, tá?
Bem, eu tava trabalhando pra caramba, mal tinha tempo pra cuidar do cão (Xuli), que já andava roendo os saltos dos meus sapatos ($$$) e lambendo constantemente as patinhas. Então, deixei pra lá. M. e eu desaparecemos, assim como, um dia, surgimos.
Janeiro de 2004. Escrevi um pequeno relato fantasiado sobre um acontecimento no Rio de Janeiro. Pouco tempo depois... um vírus "x", jamais identificado, me levou direto pro hospital. Tempo obrigatório pra pensar sobre a vida. Mas o que é que eu gosto mesmo de fazer??? Ler. E escrever. E não foi por isso que me apaixonei pelo Direito? (mal sabia...)
Resolvi que ia escrever um livro. Parei, é claro na página 3. Parei. Meses depois, enfiada dentro de casa estudando, um dia, comecei a escrever. O instinto descritivo. Alguma coisa não-jurídica, não-criminal, tentativas de conto.
E não é que (sincronicidades...) encontro M. um ano depois? Gentil como só ele, me liga pra dar parabéns, vamos nos ver, marcamos um café? Ao café, pois. À troca cotidiana de palavras. Mando para M. um desses escritos, resultados de noites não-dormidas escrevendo em criminologês. E lá vem ele, de novo: já pensou em ter um blog?
Tá aqui o blog, então. Sobre o muito que conheço pouco. Há tanto pra falar! Culpa do Dr. Caramujo. Ah, por favor, Emilia sem acento, tá?
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