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22 fevereiro 2006

Eu estava lá

"São 21h43 quando The Edge surge no palco, em meio a uma fumaça vermelho-amarelada. O estádio lotado, uma textura de braços humanos, as cadeiras superiores forradas de gente. A espera e a confusão valeram a pena. O sonho começou.(...) Como se trata de um sonho, o que no início foi uma catarse se tornou algo melhor ainda com "Vertigo". Os fãs da pista pulam, assim como os das cadeiras. Os anéis superiores do estádio balançam."
Mary Persia, Folha On line, 21/02/06

17 fevereiro 2006

Amigos para siempre?

Outro dia saiu um texto do já mencionado neste blog Michael Kepp sobre amizades que são muito custosas de manter....
Acho que ele tem razão. Já fiz a minha parte, estou lavando as minhas mãos.

Match Point

E quando a gente achava que o Woody Allen tava ficando meio enferrujado, e que nada de novo sairia de sua cacholinha a não ser mais um filme autobiográfico com algum jovem e principiante ator de Hollywood em quem ninguém botava muita fé interpretando ele mesmo (Woody), ele faz esse Match Point.
Coisa pouco usual na filmografia dele: não é uma comédia.
Vale a visita ao cinema só pra ver Scarlett Johansson sexy como nunca (pelo menos, eu acho). Jonathan Rhys Meyers é o jovem ator desconhecido e protagonista com uma cara realmente estranha e um jeito frio e distante.
(Engraçado como um par de olhos claros faz uma diferença em termos de beleza, né? Imaginem a Ana Paula Arósia de olhos castanhos. Seria linda ainda, claro. Mas esse tchan do olho claro muda tudo.)
Ah, gente, vai lá ver. Este não é um filme autoral de Woody Allen, embora o roteiro seja dele. Então, se vc odeia WA, vá ver mesmo assim. Divirta-se.

15 fevereiro 2006

Sincronicidades - parte 2

Mari Flammes, essa é procê: depois do seu lindo post que me deixou de olhos marejados, nem sei o que falar, né?
Estamos na mesma sintonia, menina, temos MUITO o que ensinar e aprender uma com a outra.
O que eu posso dizer que tenho a aprender com vc? Energia, alegria de viver, simpatia, alto-astral! E mais um monte de coisa que ainda nem sei....
E falando em sincronicidades... fora o fato de a gente ter se encontrado no BM no final do ano, e o fato de a gente ter ido pro Rio, embora a gente não tenha se encontrado pessoalmente nem lá nem aqui desde então (internet é uma merda mesmo... risos), acho que muito do nosso reencontro tem a ver com isso. Com um estado de espírito. E com o fato de vc ser praticamente uma botucatuense e praticamente sobrinha dos meus dentistas! risos. E com mais um milhão de coisas que a gente ainda não descobriu.
Um grande beijo, não páre de escrever!!!!!!!!!! E vamos tomar vergonha na cara e nos encontrar de uma vez antes que o ano acabe!
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Sabe aquele negócio de que 'quando vc quer realmente uma coisa, o Universo inteiro conspira a seu favor'? Pois então...
Depois de um dia de cão.... de reuniões intermináveis pensando como consertar pepinos institucionais.... conhecemos finalmente em carne e osso, na reunião da noite (sim, tenho trabalhado em 3 turnos), uma pessoa muito especial. Que já parecia especial antes mas que na hora que a gente começou a conversar.... foi incrível.
Por obra daquelas sucessões de coincidências que sabe-se lá quem é que explica (como as que aconteceram para que o meu Reveillòn fosse o mais inesquecível da minha vida), veio trabalhar com a gente uma pessoa que tem absolutamente TUDO a ver. Mas tudo mesmo.
Quando acontecem essas sincronicidades, a vida fica mais bonita, mais legal, e vale realmente mais a pena ser vivida.

11 fevereiro 2006

Cidade Baixa

Bom quando os nossos diretores fazem filme que não seja tragédia social ou História do Brasil. 'Cidade Baixa' é assim e é ótimo. Meus amados Wagner Moura e Lázaro Ramos, posso entender porque a Alice Braga não consegue largar nenhum dos dois. Porque são simplesmente maravilhosos. Acho que eu também não conseguiria.... suspiros.
Não vi 'Madame Satã' nem o 'Deus é Brasileiro'. Do Lázaro já vi o 'Meu tio matou um cara'. Mas vi na Globo o 'Sexo Frágil', seriado com os dois mais o Lúcio Mauro Filho e mais o Bruno Garcia, aquela coisa linda que agora faz o caubói na novela das 7. Todos sensacionais, engraçadíssimos, com um timing de comédia perfeito. Alguém aí lembra da Priscila e da D.Magali???? A D. Magali então, que me perdoe D.zinha, que eu até já falei isso pra ela, era o retrato fiel dessa minha querida amiga sergipana. Sem tirar nem pôr: as expressões, o jeito de andar, de falar na cara as coisas, de tirar um sarro sem o menor pudor. Não tem jeito, eu amo mesmo o Wagner Moura. Sem contar que ele lembra uma pessoa muito muito querida que está muito longe de mim em distância mas muito presente no coração.
O Wagner Moura é um cara que consegue se vestir de mulher e interpretar uma baiana arretada e engraçadíssima, ser JK, limpinho, arrumadinho, futuro Presidente da República e dar vida a um jovem soteropolitano que vive de bicos e alguns trambiques , mora em quartinhos apertados e de paredes sujas e freqüenta puteiros na Cidade Baixa em Salvador atrás de sua amada Karina, que também ama o Deco (Lázaro). Que ama o amigo Naldinho.
Assistam.

06 fevereiro 2006

Namorado músico SA

Já tive namorado advogado, namorado empresário, namorado poeta, até namorado crítico de cinema. Mas namorado músico é um capítulo à parte.
Com namorado músico a gente cresce. Diversifica. Aprende. Fica mais culta. Além de bem amada, porque o namorado músico ama bem, ama com vontade. E se além de músico for compositor, corre-se o risco até de ganhar música.
Namorado músico às vezes enche o saco, porque ele ouve e toca e cantarola música o tempo todo. Mas em compensação aprende-se muito. Se for um namorado músico tipo da Eldorado, entenda bem.
Já tive namorado músico saxofonista, pianista, guitarrista, violonista.
Conheci Hermeto e alguns mineiros incríveis... muita coisa boa entrou na minha coleção de CD como conseqüência.
Agora estou curtindo um restinho de fossa com o Rafael Rabello e a Elizeth Cardoso. É bem fossa, né? A Elizeth era daquelas cantoras dramáticas, exageradas. E o Rafael... bem, sempre ouvi falar dele, mas nunca tinha prestado atenção. Foi lá no Rio que ele colocou o violão maravilhoso do Rafael na vitrolinha.
Não tô chorando pelos cantos não. Só curtindo o CD novo que me comprei de presente de consolação.

Suzane Richtofen

Desde o começo venho ficando um tanto indignada com o carnaval que a imprensa faz em cima da Suzane e dos irmãos Cravinhos.
Não, eu não acho que eles são uns santinhos. Mas acho um absurdo qualquer tipo de sensacionalismo em cima de crime. Porra, a mulher não tem mais direito de tomar sorvete, porque tomar sorvete só as pessoas direitas podem, e ela é um monstro assassino. Ela não tem mais direito a nada. Ela tem que passar o resto da vida dela de cabeça baixa. Onde ela for ela vai ser seguida e perseguida.
Nossa, sabem quantos casos iguais aos da Suzane tem por aí? Milhares. A diferença é que eles moravam no Morumbi ou sei lá eu que bairro.
Não vejo isso acontecer com os 'n' caras que mataram familiares e moram na periferia. Coisas piores acontecem com esses caras, é claro. Bem piores que ser perseguidos pela imprensa.
O que não justifica, na minha modesta opinião, o que a imprensa faz com a Suzane e os irmãos Cravinhos.

30 janeiro 2006

Madrugada

As mesmas mãos

ligeiras
firmes
precisas e
sutis

que acariciam os sons

tocam também todas
as minhas cordas

And so it is

A história era mesmo linda. Um sonho mesmo.
E como todas as histórias lindas teve começo, meio e fim.
Mas no meu sonho da história, ela tinha um final diferente.
Mas foi linda, linda, linda, linda, e mágica.
Acabou como um suspiro.

27 janeiro 2006

Até a uva passa

Ai, tô com medo que comecem a me achar muito chata com esse negocio de budismo, mas lá vai...
É que tem me ajudado bastante, sabe? Em outras épocas, se eu chegasse no Rio de Janeiro mais cedo especialmente pra encontrar uma pessoinha em especial, e estivesse uma chuva dos diabos, a cidade toda inundada, o trânsito parado, impossível pegar um táxi, enxurrada no meio fio, o caos, talvez eu tivesse surtado, histérica porque estava perdendo horas preciosas e talvez nesse meio tempo ele desistisse de mim.
Mas não há realmente nada que eu possa fazer a respeito disso, certo?
Claro que não é preciso ser budista pra chegar a essa conclusão.... mas que ajuda, isso ajuda. Ficar ansiosa, isso realmente não ajuda. Irritar-se com situações que vc não pode controlar realmente não serve pra absolutamente nada.
Melhor relaxar. Por sorte tem um computador ótimo aqui com acesso à Internet!

Mais samba do avião

Esse sim é o do Tom. O outro era meu mesmo..........

"Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, seu mar
Praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de um minuto estaremos no Galeão
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós
Aterrar..."
(Antonio Carlos Jobim)

Tudo bem que eu vou de ônibus, mas a sensação é a mesma!!!!!!!!!!!

ET phone home...........

Você nunca sentiu assim um estranhamento por estar vivo?
Nunca se sentiu estranho em sua pele?
Às vezes sinto uma sensação estranha. Afinal, se tudo é pensamento, se todas as partículas do átomo, os elétrons, os prótons, tudo isso não passa de informação, o que é que nos identifica? O que é que nos torna 'eu'?
O budismo diz que não existe um 'eu'. Buda disse isso há uns 3 mil anos. E se vc for ver a teoria da física quântica (atenção, tudo que eu sei de física quântica está no filme "Quem somos nós?" (clique aqui para ir ao site do filme, em inglês), vai ver que ela diz um pouco isso tb. Existe um 'eu'? I don't think so... Mas quem pensa? Eu? Eu quem? Não acha estranho? Quem é esse ser que pensa e age?
Sinto-me às vezes uma estranha no meu corpo. Como se eu visse tudo de fora. E penso: 'mas como é estranho isso tudo'; 'viver, dirigir, morar numa casa, usar um computador, tomar banho, trabalhar (essa é a parte mais esquisita - risos)'...
Já parou pra sentir a sensação da água no corpo? E o ar? Porque não o sentimos tocando o nosso corpo do mesmo modo como sentimos a água? Exceto quando venta, não sentimos muito o ar... Nem prestamos muita atenção na água deslizando pelo nosso corpo...
Preste atenção. Você vai ver que é mesmo muito estranho. Ou lindo. Ou mágico. Ou... sei lá... Qualifique como quiser. Eu continuo achando muito estranho.

22 janeiro 2006

Amigo é pra essas coisas

- 'M., estou pensando em ir correr com um pessoal no Ibira, 3 x por semana, às 6 e meia da manhã'.
- 'Aposto um Black Label que vc não consegue ir 10 vezes seguidas sem faltar.'

Sonhando com sotaque

Nome do ótimo livro do ótimo Michael Kepp, jornalista americano radicado no Brasil há 20 anos e que escreve na Folha Equilíbrio ocasionalmente.
No site do cara tem um texto hilário sobre a relação dele com seus pêlos corporais e com a careca. E as mulheres. E o Brasil. Vai.

Crianças e a livre associação

Criança é mesmo muito legal. Hoje meus pixus e eu recebemos a visita de dois pequeninos aqui em casa.
Uma criança já tem uma energia incrível. Duas crianças são capazes de deixar qualquer um maluco, inclusive os cachorros, que ficaram exaustos e de língua de fora. Sabe a língua caindo de lado, de tão de fora? Assim.
Nossa, e por falar em gêmeos (os pequenos são gêmeos), isso é um negócio engraçado. Engraçado, estranho. Esquisito. Pode ser até meio doente, às vezes. Não é à toa que o subtítulo em português do filme com o especialista em papéis de homens perturbados Jeremy Irons era 'mórbida semelhança'.
Eles se bastam, se completam, se amam.
Conheci uma dupla de gêmeas que uma vez - eu sendo um dos vértices de uma relação triangular, me esforçando à beça -, me disseram que se bastavam. Foda, heim? Difícil ser amiga de pessoas assim...Vc está seeeeeeempre sobrando.
E as duplas normalmente seguem juntas a vida toda... Fazem a mesma faculdade.... Alguns levam ao extremo e namoram gêmeos também. E têm mais filhos gêmeos. E entram para o livro dos recordes.
Por falar nisso, ouvi não sei onde outro dia uma história de um moço muito ruivo (coisa rara) que estava namorando uma moça muito ruiva como ele. Imagino os pequenos bebês albinos frutos da união... Ou uma família inteira de ruivos super sensíveis ao sol.
Mas que ruivo é bonito à beça, lá isso é. Bem, pelo menos, eu acho.

19 janeiro 2006

Junguianas


Folha de SP, 19/01/06 - Ilustrada. Fernando Gonsáles

18 janeiro 2006

Sincronicidades

Então, sincronicidades é quando tem um monte de coisas que podem acontecer mas acontece justinho aquela, que parece que tinha mesmo que acontecer.
Sincronicidades é quando parece que o universo está se ajustando para que a gente encontre determinada pessoa em determinado momento e que tudo se encaixe de um jeito muito gostoso.
Sincronicidades é quando vc acabou de sair da sua terapia e resolve voltar pra casa a pé porque a noite está fresca e vc está feliz,a e aí vc encontra a um quarteirão da sua casa uma pessoa que não está nada bem e acabou de sair da terapia dela também, então vcs batem um papo e como vc está muito bem vc acaba fazendo um pouquinho de bem pra essa pessoa e é gostoso.
Sincronicidades é quando vc está na esquina da sua casa conversando com essa pessoa e uma outra pessoa que vc gosta muito telefona e diz: 'onde vc está'? e vc diz: 'a um quarteirão da minha casa', e ela diz 'eu também', 'ótimo, te encontro na frente da minha casa' e aí vcs vão tomar um chopp e fazem as pazes e é muito gostoso.
Então, sincronicidades é quando tem 2 milhões de pessoas na praia e vc olha pra'quela, não pra outra nenhuma, pra'quelazinha mesmo, e são meia noite e trinta e três, e ela olha pra vc, e sem precisar dizer mais nada tudo se encaixa de um jeito muito, mas muito gostoso.

15 janeiro 2006

Café não custuma faiá

Andei 40 km este finde com meus amigos do budismo. Eles já estão adiantados porque já fizeram as duas etapas anteriores do Caminho da Fé, que liga Tambaú a Aparecida do Norte. Dessa vez fizemos de Vargem Grande do Sul a Águas da Prata. Eu não pude ir nas outras.
O caminho é católico mas a gente faz pela aventura, pelo esporte, pelo prazer.
Prazer? Bem... estou com bolhas nos dois pés, o tendão atrás do joelho esquerdo doendo. No sábado, só subida. Pra se ter uma idéia, a altitude de Vargem Grande é 719, aí vamos até 1403m, no topo da Serra da Fartura. No dia seguinte, descemos para 853m (Águas da Prata). É, não é exatamente físico o prazer.
O prazer é de compartilhar com esses amigos uma vista maravilhosa, de vales e montanhas verdes, de conhecer a população do local, amigável, falante à beça, bem do interiorrrrrrr meismo, de comer aquele arroz papa com feijão e carne, ovo frito e salada com uma fome de leão, de acordar com as galinhas e ver o nascer do sol, de rir muito com o 'tratado sobre a superiodade do pum sobre o cigarro', de autoria de um dos caminhantes, de se emocionar com os dois cachorros que caminharam conosco os 40 km.... Quase chorei na hora de ir embora... um deles, o mais fofo, amoroso, simpático, brincalhão, começou a chorar na porta do ônibus. Depois ficou olhando o ônibus manobrar com as duas orelhas esquisitas, tipo as orelhas estranhas que meu cachorro faz de vez em quando, não sei descrever...
Caminhar é isso, né? O prazer está no seu estado de espírito...

12 janeiro 2006

O samba do avião

Despedida já é um saco. Despedida em rodoviária/aeroporto então.... vc quer aproveitar o máximo todos os minutos e segundos antes da pessoa ir embora. Aí, enrola o máximo possível. Espera todo mundo embarcar antes, enquanto olha nos olhos e troca os últimos abraços apertados, beijos sôfregos de saudade antecipada. Aí ele embarca.
Se for um aeroporto, vc vai embora, porque o ser amado entra na maldita salinha de embarque e vc não o vê mais. E fica pensando que ele vai ficar ali morgando mais uma hora até de fato partir e que vc poderia estar ali, mas não está.
Se for um aeroporto pequeno, não tem sala de embarque fechada então vc enrola absolutamente até o último minuto e ignora todos os avisos de 'última chamada', porque afinal última chamada é sempre um blefe e vc sempre fica esperando mais um tempão. Aí, todo mundo embarca e quando vc percebe a porta da sala fechou, já tiraram a escada e o avião já está taxiando. Sim, isso já aconteceu comigo. Sim, eu consegui embarcar: pararam o avião, baixaram a escadinha... e entrei no avião morrendo de vergonha, mas me achando o máximo, claro (risos).
Se for um ônibus... bem, se for um ônibus de uma companhia de ônibus pontual ele embarca e vc dá um tchau emocionado, manda beijos enquanto o ônibus vai saindo... se for uma companhia de ônibus brasileira (risos), o funcionário entra no ônibus, conta quantos passageiros tem, sai do ônibus, entra outro, distribui revista, entra mais um passageiro atrasado, o funcionário entra de novo no ônibus, conta quantos passageiros tem.... enquanto isso, vc não sabe muito bem o que fazer... de vez em quando, olha pra ele.... não sabe bem se fica com aquele sorriso bobo na cara, tenta trocar umas palavras, mas o ônibus tem ar então a janela não abre, não dá nem pra pegar na mão dele enquanto o ônibus não sai, disfarça, olha pro lado, mas a vontade mesmo é de ficar só olhando, olhando, olhando, guardando os últimos instantes na memória, porque depois... depois vem a saudade.

10 janeiro 2006

Um oferecimento de Nívea com fator azul

Caco Galhardo, um pequeno gênio dos quadrinhos. Ave.