pelos últimos deliciosos acontecimentos que a vida tem me proporcionado, inesperada e intensamente, só posso concluir que
a) eu NÃO joguei pedra na cruz
b) eu já estou em uma vida muito evoluída e na próxima, com certeza, me ilumino
c) eu não nasci pra sofrer
e quaisquer outros derivados que se puder imaginar.
dizem por aí que a vida da gente muda de 7 em 7 anos, que esses são os ciclos.
não consigo identificar muito bem que ciclo começou aos 21.... ou aos 14, ou aos 7.
mas esse que começou aos 28........ está sendo muito bom!
agora é torcer pra maré continuar favorável até os 35.....
16 setembro 2006
11 setembro 2006
ô gente mal educada
Sei que o meu humor hoje não está dos melhores, nem a minha atenção, o que costuma acarretar conseqüências mesmo sem a gente perceber.
Mas me dá uma tristeza ver que as pessoas não têm nenhum sentimento de generosidade com relação ao outro. A generosidade só vale quando é pra elas mesmas.
Eu tenho o costume de tirar meus anéis do dedo ao lavar as mãos, porque me incomoda ficar com o anel molhado no dedo. Mas tenho procurado ultimamente guardá-los no bolso para não perder, pois já mais de uma vez esqueci anel em banheiro de shopping.
Hoje, distraída, no banheiro da OAB da Rua da Glória... batata, esqueci os TRÊS anéis. E os três eu gostava muito. Um foi presente do meu tio, lá de Manaus, de coquinho com prata dentro. Os outros dois eu que comprei mas usava sempre, gostava muito.
Só me dei conta duas horas depois. Voltei à OAB na vã esperança de que uma alma os tivesse encontrado e entregue na recepção, achados e perdidos, sei lá. Vã mesmo, a esperança. Nada. Evaporaram.
Presume-se que quem entrou no banheiro depois de mim foi uma advogada ou estagiária que faz ou fez uma faculdade. Uma pessoa minimamente instruída, pois. (se bem que pra ter ética não precisa ser instruído, precisa ser educado) Mas ela não é capaz de raciocinar e imaginar que aquele objeto tem um dono, que aquilo, além de ter um valor econômico, tem um valor sentimental. Não, ela é espertinha e pensa 'ah, achado não é roubado' (deve ter perdido a aula que ensina que não podemos simplesmente sair pegando as coisas por aí), que anel legal, vou pegar pra mim.
Ela não pensa que um dia pode perder alguma coisa que goste muito, e que um(a) espertinho(a), que pouco se lixando está pros outros, como ela, também vai pensar 'ah, achado não é roubado'.
E assim caminha essa bosta de humanidade. Se bem que sempre tem uns idiotas que nem eu que, quando encontram o que não lhe pertence, entregam as coisas pro bedel ou no achados e perdidos.... Que bela bosta de humanidade.
Mas me dá uma tristeza ver que as pessoas não têm nenhum sentimento de generosidade com relação ao outro. A generosidade só vale quando é pra elas mesmas.
Eu tenho o costume de tirar meus anéis do dedo ao lavar as mãos, porque me incomoda ficar com o anel molhado no dedo. Mas tenho procurado ultimamente guardá-los no bolso para não perder, pois já mais de uma vez esqueci anel em banheiro de shopping.
Hoje, distraída, no banheiro da OAB da Rua da Glória... batata, esqueci os TRÊS anéis. E os três eu gostava muito. Um foi presente do meu tio, lá de Manaus, de coquinho com prata dentro. Os outros dois eu que comprei mas usava sempre, gostava muito.
Só me dei conta duas horas depois. Voltei à OAB na vã esperança de que uma alma os tivesse encontrado e entregue na recepção, achados e perdidos, sei lá. Vã mesmo, a esperança. Nada. Evaporaram.
Presume-se que quem entrou no banheiro depois de mim foi uma advogada ou estagiária que faz ou fez uma faculdade. Uma pessoa minimamente instruída, pois. (se bem que pra ter ética não precisa ser instruído, precisa ser educado) Mas ela não é capaz de raciocinar e imaginar que aquele objeto tem um dono, que aquilo, além de ter um valor econômico, tem um valor sentimental. Não, ela é espertinha e pensa 'ah, achado não é roubado' (deve ter perdido a aula que ensina que não podemos simplesmente sair pegando as coisas por aí), que anel legal, vou pegar pra mim.
Ela não pensa que um dia pode perder alguma coisa que goste muito, e que um(a) espertinho(a), que pouco se lixando está pros outros, como ela, também vai pensar 'ah, achado não é roubado'.
E assim caminha essa bosta de humanidade. Se bem que sempre tem uns idiotas que nem eu que, quando encontram o que não lhe pertence, entregam as coisas pro bedel ou no achados e perdidos.... Que bela bosta de humanidade.
Quem planta vento colhe tempestade, diz o ditado
"O coronel reformado Ubiratan Guimarães, assassinado na noite de domingo (10) em São Paulo, alegava não gostar do "estigma" de "coronel de Carandiru", mas costumava utilizar o número 111 em suas campanhas políticas --o número é o mesmo do total de mortos no episódio que ficou conhecido como massacre do Carandiru, em 1992.
Como candidato pelo PPB a deputado estadual, em 2002, adotou o número 11190. Atualmente, buscando a reeleição pelo PTB, o número de sua candidatura era 14111.
Ubiratan garantia que o número nada tinha a ver com os 111 mortos no massacre da Casa de Detenção do Carandiru. O coronel defendia que 111 era o número do cavalo que montava nos seus tempos de Regimento de Cavalaria."
Da Folha Online, 11 de setembro de 2006, 05h19.
Como candidato pelo PPB a deputado estadual, em 2002, adotou o número 11190. Atualmente, buscando a reeleição pelo PTB, o número de sua candidatura era 14111.
Ubiratan garantia que o número nada tinha a ver com os 111 mortos no massacre da Casa de Detenção do Carandiru. O coronel defendia que 111 era o número do cavalo que montava nos seus tempos de Regimento de Cavalaria."
Da Folha Online, 11 de setembro de 2006, 05h19.
29 agosto 2006
21 agosto 2006
terra da garoa
Fazia tempão que eu não caminhava pela Paulista em dia de muito frio. Hoje cruzei a avenida praticamente de ponta a ponta, na hora do rush, todo mundo saindo do trabalho muito apressado. Muito frio. Só faltava a garoazinha pra completar o clima paulistano tradicional (mas que quase não se vê mais), aquela chuvinha fina que corta o rosto da gente, que vem sempre com vento.
Já fiz isso muitas vezes, andar a Paulista de ponta a ponta. Não sei se foi só isso, mas hoje foi diferente: faltou aquele sentimento tão familiar de solidão que tantas vezes senti caminhando sozinha numa típica noite garoante paulistana, por vezes após sair de um cinema... fazia até um tipo, com boininha e cachecol.
Hoje não: hoje me diverti olhando pras pessoas caminhando. Suas expressões, modo de vestir... seu andar. Muita gente passando frio porque errou de roupa, achando que ia fazer aquele calorzinho que andou fazendo aí pelas semanas passadas...
Curioso, a Paulista pra mim não é só uma avenida. É também um estado de espírito.
Já fiz isso muitas vezes, andar a Paulista de ponta a ponta. Não sei se foi só isso, mas hoje foi diferente: faltou aquele sentimento tão familiar de solidão que tantas vezes senti caminhando sozinha numa típica noite garoante paulistana, por vezes após sair de um cinema... fazia até um tipo, com boininha e cachecol.
Hoje não: hoje me diverti olhando pras pessoas caminhando. Suas expressões, modo de vestir... seu andar. Muita gente passando frio porque errou de roupa, achando que ia fazer aquele calorzinho que andou fazendo aí pelas semanas passadas...
Curioso, a Paulista pra mim não é só uma avenida. É também um estado de espírito.
17 agosto 2006
"duplo sentido" ou "talvez eu seja mesmo boa nisso" (será?)
normalmente acho esse blog meio sem graça. é que, embora eu escreva bem (é a única coisa que posso afirmar sem medo que faço bem...), só sei escrever sobre mim mesma, então fico imaginando que deve ser muuuuito chato pra quem lê.
de todo modo, vou fazendo. acostumei. nunca tive diário na vida, mas gosto demais de escrever, então vou fazendo.... e quem quiser vir e ler, venha e leia. normalmente, amigos.
tenho alguns fiéis leitores, o que muito me lisonjeia, porque volta e meia comentam... tem um em especial que, por vezes, quando lê que estou triste, me liga, pergunta se está tudo bem. acho um carinho legal, me sinto muito querida. sei que tem amigos que moram longe que me acompanham um pouco pelo blog também. :D
talvez por isso é que eu continue fazendo. e pra mim mesma, claro. nos meus devaneios mais loucos (os mais loucos mesmo... risos), um dia alguém vai achar que isso aqui é material de primeira e publicar. mas é mentira.... uma ilusão. se eu conseguir publicar o mestrado já tá de bom tamanho.
de todo modo....
o que eu queria contar na verdade é que ontem esse leitor que me acompanha sempre comentou: puxa, vc está melhor, li o seu blog.... fiquei surpresa, porque escrevi o post num momento não muito bom, em que estava sentindo coisas ruins. não sei se mágoa, raiva, não sei bem.
de todo modo......... achei curioso que um texto escrito num momento assim tenha repercutido da maneira oposta no meu leitor. gostei muito.
o texto, bem como o cinema, a pintura, enfim... acho que as artes todas... se completa com o seu leitor. ele nunca está pronto, e nunca é o mesmo. depende de quem lê, de quem vê, do que viveu e vive o espectador/leitor.
talvez por isso vcs não achem tão chato quanto eu penso.......... (tomara!) ;-)
de todo modo, vou fazendo. acostumei. nunca tive diário na vida, mas gosto demais de escrever, então vou fazendo.... e quem quiser vir e ler, venha e leia. normalmente, amigos.
tenho alguns fiéis leitores, o que muito me lisonjeia, porque volta e meia comentam... tem um em especial que, por vezes, quando lê que estou triste, me liga, pergunta se está tudo bem. acho um carinho legal, me sinto muito querida. sei que tem amigos que moram longe que me acompanham um pouco pelo blog também. :D
talvez por isso é que eu continue fazendo. e pra mim mesma, claro. nos meus devaneios mais loucos (os mais loucos mesmo... risos), um dia alguém vai achar que isso aqui é material de primeira e publicar. mas é mentira.... uma ilusão. se eu conseguir publicar o mestrado já tá de bom tamanho.
de todo modo....
o que eu queria contar na verdade é que ontem esse leitor que me acompanha sempre comentou: puxa, vc está melhor, li o seu blog.... fiquei surpresa, porque escrevi o post num momento não muito bom, em que estava sentindo coisas ruins. não sei se mágoa, raiva, não sei bem.
de todo modo......... achei curioso que um texto escrito num momento assim tenha repercutido da maneira oposta no meu leitor. gostei muito.
o texto, bem como o cinema, a pintura, enfim... acho que as artes todas... se completa com o seu leitor. ele nunca está pronto, e nunca é o mesmo. depende de quem lê, de quem vê, do que viveu e vive o espectador/leitor.
talvez por isso vcs não achem tão chato quanto eu penso.......... (tomara!) ;-)
15 agosto 2006
engraçado.......
há um ditado que diz que o tempo é melhor remédio...
de fato, muitas vezes é mesmo. cura dores de amores... cura tristeza de perder gente querida... cura frustrações...
mas tem coisas que podem levar muito, mas muito tempo mesmo pra passar.
e há certas coisas que nem tempo dá jeito.
ou melhor, jeito dá. mas demóóóóóóóóóóra.........
há que se ter coragem para enfrentar algumas situações na vida, e não esperar que o tempo cure as feridas abertas.
talvez você se dê conta que, se for esperar passar tempo suficiente, pode ser tarde demais.
de fato, muitas vezes é mesmo. cura dores de amores... cura tristeza de perder gente querida... cura frustrações...
mas tem coisas que podem levar muito, mas muito tempo mesmo pra passar.
e há certas coisas que nem tempo dá jeito.
ou melhor, jeito dá. mas demóóóóóóóóóóra.........
há que se ter coragem para enfrentar algumas situações na vida, e não esperar que o tempo cure as feridas abertas.
talvez você se dê conta que, se for esperar passar tempo suficiente, pode ser tarde demais.
06 agosto 2006
Muito muito cansada
Por isso não tenho escrito quase nada. Falta-me tempo, imaginação e, acima de tudo, forças para pensar em qualquer coisa de original para escrever aqui. Juro. Tô um trapinho.
Mas to tentando voltar a nadar e espero também que a acupuntura me ajude a ter mais forças para aguentar o tranco desse semestre que se inicia. Se depender do meu horóscopo, agosto vai ser mesmo o 'mês do desgosto'. Bem que o destino podia aprontar alguma pra mim e botar um moço muito legal no meu caminho (ou mesmo trazer algum de volta..........), mas não posso me fiar nisso....
e vamu tocá prá frente que tem muito caminho ainda por aí. (espero)
se eu sumir, não é por nada. mas se eu sumir mesmo, não esqueçam de mim não......... aproveitem para mandar um beijo por e-mail, telefonar ou vir aqui em casa me visitar (quem estiver perto o suficiente). eu vou adorar! minha cozinha de galinhas está linda, o banheiro novinho também.
hoje sinto saudades dos amigos de longe, e um pouquinho de tristeza também.
Mas to tentando voltar a nadar e espero também que a acupuntura me ajude a ter mais forças para aguentar o tranco desse semestre que se inicia. Se depender do meu horóscopo, agosto vai ser mesmo o 'mês do desgosto'. Bem que o destino podia aprontar alguma pra mim e botar um moço muito legal no meu caminho (ou mesmo trazer algum de volta..........), mas não posso me fiar nisso....
e vamu tocá prá frente que tem muito caminho ainda por aí. (espero)
se eu sumir, não é por nada. mas se eu sumir mesmo, não esqueçam de mim não......... aproveitem para mandar um beijo por e-mail, telefonar ou vir aqui em casa me visitar (quem estiver perto o suficiente). eu vou adorar! minha cozinha de galinhas está linda, o banheiro novinho também.
hoje sinto saudades dos amigos de longe, e um pouquinho de tristeza também.
Leo Chapinha ou mó orguio de famia
Sabe o "Leo Chapinha" que eu botei há algum tempo atrás aqui no blog? Aquela foto do Leão de escova no cabelo, propaganda do shampoo Seda Anti-Sponge? (vejam na lista de posts antigos do mês de MAIO de 2006)
Foi meu primo que fez!!!! Descobri hoje...
Ele é publicitário e tem uma agência, a Famiglia, que é responsável pela conta da Nova Schin, entre outras.
Ele tem 8 (OITO) Leões em Cannes. Só oito.
Já viu que ele gosta de leão, né?
Pô, mó orguio.
Foi meu primo que fez!!!! Descobri hoje...
Ele é publicitário e tem uma agência, a Famiglia, que é responsável pela conta da Nova Schin, entre outras.
Ele tem 8 (OITO) Leões em Cannes. Só oito.
Já viu que ele gosta de leão, né?
Pô, mó orguio.
31 julho 2006
23 julho 2006
coração na boca
Adoro cortinas
que se abrem
adoro o silêncio
antes do grito
adoro o infinito
de um momento
rápido
o instrumento gasto
o ator aflito
o coração na boca
antes
da palavra louca
que eu não digo
adoro te imaginar
mesmo sem ter
te visto
adoro os detalhes
olhares,atalhos
botões
adoro as pausas
entre as cancões
soluções da natureza
riquezas da criação.
(Zélia Duncan/Lucina)
que se abrem
adoro o silêncio
antes do grito
adoro o infinito
de um momento
rápido
o instrumento gasto
o ator aflito
o coração na boca
antes
da palavra louca
que eu não digo
adoro te imaginar
mesmo sem ter
te visto
adoro os detalhes
olhares,atalhos
botões
adoro as pausas
entre as cancões
soluções da natureza
riquezas da criação.
(Zélia Duncan/Lucina)
21 julho 2006
Yo quiero taco bell
16 julho 2006
Respirar
Sinto um aperto no peito e não é só metafórico.
Preciso respirar, e não consigo. Não que o ar desta cidade ajude, metropolitano, cheio de cinzas, cheio de gente, cheio de vida, triste e carregado....
Mas falta ESPAÇO... me falta espaço....... me falta espaço.........
Preciso respirar, e não consigo. Não que o ar desta cidade ajude, metropolitano, cheio de cinzas, cheio de gente, cheio de vida, triste e carregado....
Mas falta ESPAÇO... me falta espaço....... me falta espaço.........
14 julho 2006
FEBEAPÁ
África fashion e bem brasileira
Na SP Fashion Week que homenageia a África, o excepcional é encontrar modelos negros nas passarelas. A coluna fez uma rápida contabilidade: no desfile da Uma, anteontem, das 45 modelos, duas eram negras. De 26 modelos que desfilaram para Patrícia Vieira, três eram negras; no masculino da Zoomp, eram 20 homens, quatro deles negros; no feminino, 32 modelos desfilaram. Três eram negras.
A consulesa-geral da África do Sul, Thanmi Valihu, se dizia orgulhosa: "A África está aparecendo no mapa". Jacimar Silva, diretor de marketing da Sais, de Amir Slama, concorda: "Há dois anos, tínhamos duas negras. Agora, são três, quatro".
Tomando champanhe Chandon com canudinho numa mini-garrafa distribuída depois do desfile da Zoomp, a louríssima Gianne Albertoni diz ter adorado o tema da semana de moda. "A gente tem muita negra linda no Brasil", diz. E na passarela? "Olha, o país tem negras lindas, só não sei se tem muita negra no mercado. As negras são lindas, né? Fora o corpo, todo durinho! Só não sei se elas querem ser modelos."
Sobre cotas para negros nas universidades, Gianne tem dúvidas: "Cotas? Como assim? Aquilo que tem nos EUA?" Ela pára a entrevista para cumprimentar amigos. Volta à conversa. "Ah, cotas... Olha, não "tô" por dentro. Acho que é palhaçada. Todo mundo é igual: preto, branco, amarelo..."
[calma, calma, tem mais....]
Para a modelo Barbara Fialho, cabelos castanhos claros e olhos azuis, a predominância de modelos com pele clara reflete a demanda do mercado: "A modelo tem que ter o corpo e a cor que as compradoras querem ter. E a mulher que compra é clara".
A modelo Camilla Finn, pele rosada, afirma: "O preconceito vem das clientes".
[mas ainda não acabou...]
Já Carol Trentini acha que é "legal trabalhar com o tema África e ter mais brancas na passarela. Assim o mundo vê que há brancos no Brasil". Ela explica: "A imagem que o pessoal de fora tem é a de que no Brasil só tem mulatas. O povo fica pasmo quando digo que sou brasileira".
fonte: Folha de SP, coluna da Monica Bergamo, 14/07/06
Na SP Fashion Week que homenageia a África, o excepcional é encontrar modelos negros nas passarelas. A coluna fez uma rápida contabilidade: no desfile da Uma, anteontem, das 45 modelos, duas eram negras. De 26 modelos que desfilaram para Patrícia Vieira, três eram negras; no masculino da Zoomp, eram 20 homens, quatro deles negros; no feminino, 32 modelos desfilaram. Três eram negras.
A consulesa-geral da África do Sul, Thanmi Valihu, se dizia orgulhosa: "A África está aparecendo no mapa". Jacimar Silva, diretor de marketing da Sais, de Amir Slama, concorda: "Há dois anos, tínhamos duas negras. Agora, são três, quatro".
Tomando champanhe Chandon com canudinho numa mini-garrafa distribuída depois do desfile da Zoomp, a louríssima Gianne Albertoni diz ter adorado o tema da semana de moda. "A gente tem muita negra linda no Brasil", diz. E na passarela? "Olha, o país tem negras lindas, só não sei se tem muita negra no mercado. As negras são lindas, né? Fora o corpo, todo durinho! Só não sei se elas querem ser modelos."
Sobre cotas para negros nas universidades, Gianne tem dúvidas: "Cotas? Como assim? Aquilo que tem nos EUA?" Ela pára a entrevista para cumprimentar amigos. Volta à conversa. "Ah, cotas... Olha, não "tô" por dentro. Acho que é palhaçada. Todo mundo é igual: preto, branco, amarelo..."
[calma, calma, tem mais....]
Para a modelo Barbara Fialho, cabelos castanhos claros e olhos azuis, a predominância de modelos com pele clara reflete a demanda do mercado: "A modelo tem que ter o corpo e a cor que as compradoras querem ter. E a mulher que compra é clara".
A modelo Camilla Finn, pele rosada, afirma: "O preconceito vem das clientes".
[mas ainda não acabou...]
Já Carol Trentini acha que é "legal trabalhar com o tema África e ter mais brancas na passarela. Assim o mundo vê que há brancos no Brasil". Ela explica: "A imagem que o pessoal de fora tem é a de que no Brasil só tem mulatas. O povo fica pasmo quando digo que sou brasileira".
fonte: Folha de SP, coluna da Monica Bergamo, 14/07/06
experimente você também
não, eu não vou falar sobre o PCC. não tô com o menor saco. aliás, cansei de discutir pena de morte, prisão, essas coisas com as pessoas. vou continuar fazendo o meu trabalho e não vou, não vou mesmo, perder o meu tempo tentando convencer as pessoas de que dentro da cadeia o que tem mesmo são outras pessoas.
li numa entrevista hoje que as presas têm que usar PÃO DURO no lugar de absorvente, porque não têm nem uma bosta de um absorvente de qualquer marca porcaria pra usar.
li numa entrevista hoje que as presas têm que usar PÃO DURO no lugar de absorvente, porque não têm nem uma bosta de um absorvente de qualquer marca porcaria pra usar.
ai que falta de imaginação ou short cuts
tem razão o Domingos de Oliveira... odeio esse negócio de morte, morte é uma puta sacanagem, uma tremenda injustiça.
ô omi bom demais da conta! quero um assim pra mim! leiam a entrevista dele na TPM clicando aqui.
*****************************************************
ai, tô com uma puta dor de estômago. o que será?
- o delicioso sanduíche de presunto de parma com queijo na chapa e pão francês que comi devidamente acompanhado de guaraná não diet?
- o carlton crema que fumei antes da reunião do conselho do condomínio? (do qual também faço parte, já que tenho mesmo tempo de sobra e quase nada pra fazer)
- o suflair inteiro que comi assistindo Flores Partidas, de Jim Jarmusch, ganhador do Grand Prix em Cannes 2005?
- as 7 balas chiclé que também comi assistindo Flores Partidas?
- ou o stress e a culpa gerado por ter ingerido umas 7000 calorias em pouco menos de 4 horas e ainda ter comprado um maço de cigarros, sucumbindo a uma vontade que me anda atacando há mais de mês?
*******************************************************
Vejam no YouTube... engraçado...
ZIDANE a new way to solve problems.. do it like zidane...
ô omi bom demais da conta! quero um assim pra mim! leiam a entrevista dele na TPM clicando aqui.
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ai, tô com uma puta dor de estômago. o que será?
- o delicioso sanduíche de presunto de parma com queijo na chapa e pão francês que comi devidamente acompanhado de guaraná não diet?
- o carlton crema que fumei antes da reunião do conselho do condomínio? (do qual também faço parte, já que tenho mesmo tempo de sobra e quase nada pra fazer)
- o suflair inteiro que comi assistindo Flores Partidas, de Jim Jarmusch, ganhador do Grand Prix em Cannes 2005?
- as 7 balas chiclé que também comi assistindo Flores Partidas?
- ou o stress e a culpa gerado por ter ingerido umas 7000 calorias em pouco menos de 4 horas e ainda ter comprado um maço de cigarros, sucumbindo a uma vontade que me anda atacando há mais de mês?
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Vejam no YouTube... engraçado...
ZIDANE a new way to solve problems.. do it like zidane...
10 julho 2006
09 julho 2006
alguns insights óbvios mas muito importantes
- não posso querer ter tudo ao mesmo tempo;
- as coisas na vida não têm essa definitividade que eu sempre achei que tinham; ou o mundo dá voltas; ou calma, tudo a seu tempo.
afinal, são insights óbvios mas dizem todos a mesma coisa para esta mocinha muito ansiosa: paciência, calma.
ou, como dizia Buda, traduzindo (muito toscamente mesmo) para bom português: na vida, tudo passa, até a uva passa; ou na vida tudo é passageiro, menos o cobrador e o motorista.
tenho resolvido algumas pendências.... resolver é bom. muitas vezes, o final não é bem aquele que vc esperava, mas isso não significa que não seja bom! o mundo, de fato, dá muitas voltas...
- as coisas na vida não têm essa definitividade que eu sempre achei que tinham; ou o mundo dá voltas; ou calma, tudo a seu tempo.
afinal, são insights óbvios mas dizem todos a mesma coisa para esta mocinha muito ansiosa: paciência, calma.
ou, como dizia Buda, traduzindo (muito toscamente mesmo) para bom português: na vida, tudo passa, até a uva passa; ou na vida tudo é passageiro, menos o cobrador e o motorista.
tenho resolvido algumas pendências.... resolver é bom. muitas vezes, o final não é bem aquele que vc esperava, mas isso não significa que não seja bom! o mundo, de fato, dá muitas voltas...
ai
eu sempre fui chorona, mas ultimamente anda demais. tudo bem, sempre chorei até em filme da Disney, quando a Bela e a Fera ficam finalmente juntos (as?), ou em final de novela, ou até em comerciais mais tocantes. mas ultimamente anda demais.
assisti ontem com meu pai e meu irmão um filme chamado Elsa & Fred, sobre um casal de velhinhos que vive uma paixão. chorei do início ao fim do filme. o filme inteiro. mesmo.
hoje assisti o último capítulo da novela e também chorei pra caramba.
eu choro até lendo livro! juro que já chorei lendo 'os príncipes encantados de libby mason', livrinho best seller mulherzinha (chick-lit), quando no final a Libby finalmente percebe que seu lugar não é ao lado de Ed, o solteirão quarentão milionário mais cobiçado de Londres, que não sabe beijar (e muito menos fazer o resto), mas sim ao lado de Nick, jovem escritor que vive do seguro desemprego de Sua Majestade mas que beija muito bem e é muito, muito bom de cama mesmo.
e chorei recentemente assistindo 'alguém tem que ceder', e 'o cachorro' (filme argentino, muito bom). será que é só quando tem amores e bichinhos em geral ou eu sou mesmo uma manteiga derretida, tipo daquelas de garrafa, sabe como é?
não é possível. eu sempre fui super sensível, mas acho que depois do hospital fiquei ainda mais.
e é uma sensibilidade que é pra tudo e em tudo: pele, remédios (qualquer remedinho faz efeito poderosa e imediatamente, por causa disso quase morri no hospital - ou quase não morri, porque percebi que eu estava tendo uma reação alérgica a um remédio imediatamente), café (se bebo à noite, perco o sono), beleza....... certas músicas me emocionam demais.
há certos choros, felizmente, que não são de tristeza, ansiedade ou angústia. esses são especiais, e compartilhados por poucos (ainda bem!). são poucos os momentos na vida em que a gente chora por coisas boas..... mas eles existem. e são precisamente esses que dão um sentido pra essa nossa existência estranha e muito passageira.
assisti ontem com meu pai e meu irmão um filme chamado Elsa & Fred, sobre um casal de velhinhos que vive uma paixão. chorei do início ao fim do filme. o filme inteiro. mesmo.
hoje assisti o último capítulo da novela e também chorei pra caramba.
eu choro até lendo livro! juro que já chorei lendo 'os príncipes encantados de libby mason', livrinho best seller mulherzinha (chick-lit), quando no final a Libby finalmente percebe que seu lugar não é ao lado de Ed, o solteirão quarentão milionário mais cobiçado de Londres, que não sabe beijar (e muito menos fazer o resto), mas sim ao lado de Nick, jovem escritor que vive do seguro desemprego de Sua Majestade mas que beija muito bem e é muito, muito bom de cama mesmo.
e chorei recentemente assistindo 'alguém tem que ceder', e 'o cachorro' (filme argentino, muito bom). será que é só quando tem amores e bichinhos em geral ou eu sou mesmo uma manteiga derretida, tipo daquelas de garrafa, sabe como é?
não é possível. eu sempre fui super sensível, mas acho que depois do hospital fiquei ainda mais.
e é uma sensibilidade que é pra tudo e em tudo: pele, remédios (qualquer remedinho faz efeito poderosa e imediatamente, por causa disso quase morri no hospital - ou quase não morri, porque percebi que eu estava tendo uma reação alérgica a um remédio imediatamente), café (se bebo à noite, perco o sono), beleza....... certas músicas me emocionam demais.
há certos choros, felizmente, que não são de tristeza, ansiedade ou angústia. esses são especiais, e compartilhados por poucos (ainda bem!). são poucos os momentos na vida em que a gente chora por coisas boas..... mas eles existem. e são precisamente esses que dão um sentido pra essa nossa existência estranha e muito passageira.
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