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24 outubro 2006

21 outubro 2006

olha o que eu fiquei fazendo ao invés de estudar


procurando coisas engraçadas na net....
Essa é do Laerte, do site dele.

Mario, essa é pra vc.........


Peguei no blog do Caco Galhardo.
Simone de Beauvoir.
Pra quem gosta de mulheres reais, gostosas e inteligentes - assim, meio como eu :P

Tapa na pantera, com Maria Alice Vergueiro



Pra quem ainda não viu.......... é ótimo.

16 outubro 2006

é muito mais simples do que vc imagina

meu deus, quanto tempo perdemos fazendo tempestade em copo d'água por coisas que não podemos controlar.
esse post é pra eu lembrar pra mim mesma que viver o presente é uma maneira simples de lidar com ansiedades e frustrações.
o que passou já passou......... não se apegue...........
o que virá, bem vc não tem controle........ não se apegue.............
o que é bom hoje logo acaba.................não se apegue.............
e o sofrimento também acaba.................não se apegue a ele.......
é tão simples.
basta lembrar.

15 outubro 2006

Aurora Boreal

Quem não tempo e/ou imaginação usa post alheio (com o devido crédito). Vai lá, Nelson Botter!

Era uma vez...

De Nelson Botter.

Atenção, mulheres, leiam isso e usem como regra para suas vidas: "Eu não preciso e nem devo ser perfeita em tudo!!!". É isso mesmo, leiam de novo! "Eu não preciso e nem devo ser perfeita em tudo!!!". Mais uma vez! Como é que é? Não entendi! "Eu não preciso e nem devo ser perfeita em tudo!!!". E ponto (de exclamação).

Chega dessa coisa de mergulhar de cabeça em auto-cobranças loucas e absurdas por uma perfeição inexistente, algo inatingível e até certo ponto imbecil. Leia lá de novo, anotem nas agendas, grudem nos espelhos de casa, coloque no painel do carro, deixem dentro do estojo de maquiagem, no melhor estilo auto-ajuda possível. É isso mesmo, Botter guru lhes diz: "Mulheres, descompliquem!!!".

Eu, homem, exijo que vocês não sejam as melhores mães do mundo, que não provem ser as profissionais do ano, que não deixem a casa brilhando todos os dias, que não acumulem mil tarefas loucas, que não sejam as melhores esposas, namoradas ou amantes da face da Terra, que não enlouqueçam por causa da beleza eterna, que tenham direito a engordar, a ter celulite, estrias e barriguinha ou barrigona, que não precisem gastar milhões em cosméticos e tratamentos estéticos, enfim, exijo que vocês sejam as mulheres mais lindas do mundo simplesmente por serem vocês mesmas! E garanto que muitos homens pensam como eu, jogam nesse time, o das mulheres por elas mesmas.

Desde que a mulher entrou nessa de dupla, tripla ou quadrupla jornada, a vida feminina (que já era um pequeno inferno) se tornou algo dantesco, extremamente ilusório e estressante. O nível de exigência consigo mesma passa dos limites imagináveis e concebíveis. É preciso parar com isso, pois nunca as mulheres tiveram tantas doenças motivadas pelo alto estresse, dentre elas as tão temidas cardiopatias, ou seja, o coração feminino não sofre mais somente pelas desventuras do amor... agora a bolsa (não a de couro e sim a de valores) a faz enfartar rapidinho!

Sim, a igualdade dos sexos é necessária, o feminismo é importante, a valorização da mulher perante a sociedade é uma das maiores conquistas ocidentais do último século, as mulheres devem mesmo ter autonomia financeira, serem independentes e terem grandes objetivos profissionais, mas é preciso saber a medida certa. Como em todo processo de adaptação ao novo, as mulheres vieram com todo o gás, pois sabem que o preconceito (principalmente no mundo corporativo) ainda é grande, a coisa não é fácil, entretanto o período de adaptação já passou, hoje temos mulheres presidentas de empresas e até países. Portanto, vocês meninas chegaram lá, agora é hora de pisar no freio e acompanhar a velocidade (muitas vezes tartaruguesca) dos homens.

Podem tirar a fantasia de Mulher-Maravilha, vai lá, rodopiem e larguem essa história de serem as heroínas do dia, chega. Quero ver vocês se libertando da escravidão imposta pela sociedade consumista e dos ridículos padrões de beleza. Joguem a obsessão pela magreza no lixo, livrem-se da culpa por não lamberem suas crias 24 horas por dia, parem de competir ferozmente no mercado de trabalho, dêem uma banana aos homens folgados que não lhes ajudam nas tarefas da casa e ainda exigem disposição para um kama-sutra de 12 horas seguidas.

Mulheres, voltem a ser meigas, delicadas e sensíveis. Essa roupa masculina não lhes cai bem e só deixa o mundo mais feio e troglodita. Salvem-nos enquanto ainda há tempo, mas sem bancar a super-heroína, apenas sejam vocês, mulheres, pois já é o suficiente... e esse é o grande segredo para salvar o mundo. Fora que Mulher-Maravilha já era, né? O negócio agora é ser Meninas Super Poderosas!

Nelson Botter é cronista do Blônicas.

14 outubro 2006

De novo, pra ver se entra por osmose

Saber amar
é saber deixar alguém te amar.
Saber amar
é saber deixar alguém te amar.
Saber amar
é saber deixar alguém te amar.
Saber amar
é saber deixar alguém te amar.

será que se eu repetir muitas vezes seguidas funciona?

06 outubro 2006

A resposta

"From: Cabral Luís Miguel
Date: Oct 6, 2006 8:22 AM
Subject: RE: [Mensagem para a Linguateca] meu nome na linguateca
To:
Cara Emilia,
O documento que encontrou trata-se de uma lista de autores de artigos do jornal Folha de São Paulo publicados entre 1994 e 1995.
O seu nome de facto aparecia num artigo da Folha de São Paulo, datado de 1994 ou 1995, fazendo parte de uma lista de candidatos ao ensino universitário.
Durante o processo de detecção dos autores dos artigos, esses nomes foram identificados como tal, pois apareciam no formato que a Folha habitualmente usava para os autores.
O seu nome e dos seus colegas foi assim erradamente identificado como sendo autora de um artigo do jornal Folha.
Pedimos desculpa por qualquer incómodo que lhe tenhamos causado.

Com os melhores cumprimentos,
Luís Cabral"

05 outubro 2006

Parentes na Romenia

Ah, nessa incursão pelo meu nome no Google descobri também que tenho parentes na Romênia (risos).

Dê um google no seu nome...

Pois então. Como se eu não tivesse mesmo mais nada pra fazer... estou aqui navegando, lendo a Folha pela net (em tempos bicudos, cortei o jornal e a TV a cabo. a TV até que não foi ruim... mas o jornal faz uma falta danada) e resolvi 'dar um google' (em inglês é tão mais fácil... eles transformam tudo em verbo. 'I tried to google me'.) em mim mesma. Ou seja, botar meu nominho lá pra ver o que aparece.
Além das inevitáveis listas de aprovados em vestibular e de uma ou outra coisinha diferente (colaboração numa pesquisa há 10 anos atrás... e não é que a professora agradeceu?), olha o que apareceu:

http://acdc.linguateca.pt/aval_conjunta/CLEF/lista_autores_Folha.txt

Coisa estranha. Fui no endereço original. Linguateca. O que é a Linguateca?
"A Linguateca é uma organização virtual (distribuída) de I&D constituída por quatro pólos localizados em centros de investigação de renome e com experiência em processamento do português."

O projeto é imenso. É financiado pela União Européia e é tão complexo que me perdi dentro do site.

Mandei um e-mail pra lá pra tentar entender o que o meu nome está fazendo no meio de nomes de jornalistas e articulistas da Folha, como Alcino Leite Neto e Erika Palomino. Só sei que vi também nomes de ex-colegas da GV, misturados ao de Aldaíza Sposati (brilhante assistente social) e Alexandre Hercovitch, entre outros.

Vai entender o critério........

30 setembro 2006

finalmente


Era essa a foto que eu queria ter mandado pro Calendas por no blog dele ano passado, no mês junino.
Fala se eu não fiquei mutcho fofa de noivinha!?
A história é engraçada.... eu estudava no pré, e o noivo ia ser um menino que eu gostava... a minha mãe já tinha me falado que não era não era de jeito nenhum pra eu querer ser noivinha porque ela já tinha o vestido de caipirinha normal.... mas era o Leandro, eu tinha que ser a noivinha dele!
Então, na hora que a professora perguntou... levantei a mão e virei noivinha do Leandro. Até hoje me lembro da frase que eu falava na hora do casório: "se a mãe deixá eu caso, uai!"
Pois o vestido, graças à pinda que meus pais passavam na época, já que meu pai era um jovem Professor Universitário que ganhava mal, foi feita de cortina... daquela renda de cortina. Quem fez foi a Tê, que trabalhou muitos anos na nossa casa e é praticamente nossa segunda mãe.
Minha mãe caprichou nas pintinhas e.... tcharan! eis o resultado......bons tempos....mas ainda gosto mais dos tempos de hoje. o cabelo não é mais liso, mas a vida é mais divertida (acho).

28 setembro 2006

Contardo, sempre ele.

"Um filme de amor - O interesse pelo vídeo de Cicarelli revela que somos sobretudo frustrados no amor

À FORÇA de receber links para o vídeo de Daniella Cicarelli, acabei dando o clique e assisti ao filme.
São quatro minutos e meio, editados a partir de duas horas de gravação e entrecortados por subtítulos, que introduzem diferentes momentos do convívio do casal. Os subtítulos são em castelhano.
Normal, visto que os fatos aconteceram na Espanha, e o "paparazzo" era espanhol. Mas as frases, numa língua estrangeira e próxima, facilitam, para o espectador brasileiro, uma atitude irônica e zombadora, como se pertencessem a um português macarrônico.
De fato, nas conversas destes dias, o vídeo é sempre evocado com um tom maroto e, sobretudo, burlesco.
À primeira vista, o cômico parece servir para que o espectador esqueça a posição (incômoda e envergonhada) que ocupa: a de uma criança com o olho colado no buraco da fechadura ou, pior, a de um adulto salivando à vista de frutos proibidos.
Digo logo: suspeito que o cômico, neste caso, proteja o espectador de um outro incômodo, maior e, de certa forma, mais triste.
Falando em frutos proibidos, é importante salientar que o vídeo não é nada "ousado". Um sujeito que estivesse procurando por pornografia na internet certamente o descartaria sem hesitação e encontraria, com facilidade, imagens bem mais explícitas.
Alguém dirá que o interesse pelo vídeo depende unicamente do fato de que uma "celebrity" seria assim "exposta". Os títulos (infames) que acompanhavam os e-mails com o link iam nesse sentido. Algo assim: olhe só, Fulana está "dando" na praia... Ou seja, os brasileiros seriam fascinados pela "descoberta" de que uma "celebrity" e um lindo moço se desejam, beijam-se, acariciam-se etc. Essa cena nos ofereceria a certeza confortante de que os deuses do Olimpo não são muito diferentes da gente. Seria um pouco como uma foto de Lula ou de Alckmin mordendo um sanduíche cheio de mostarda e ketchup ou entrando com urgência num banheiro. "Te peguei!".
Pois é, não acredito em nada disso.
Por duas razões.
Primeiro, o vídeo nos mostra um casal que não tem nada de "jet-set". Eles não estão num iate na Sardenha nem numa enseada de sua ilha privada. Estão numa praia qualquer.
Tomam um refresco, comem um sorvete, tiram aquela foto que todos já tiramos, esticando o braço e recuando as cabeças para pegar o sorriso dos dois. Há um momento em que a moça puxa os cotovelos do moço para que ele a abrace; o gesto é comovedor de tão familiar.
Segundo, o distanciamento (facilitado pelos subtítulos irrisórios) mostra o seguinte: o espectador se arma de uma boa pitada de cômico para encarar uma visão que, sem isso, poderia magoá-lo (em geral, rir é um jeito de afastar de nós algo que preferimos ignorar). E acontece que, neste caso, o que queremos afastar certamente não é uma extravagância sexual, explícita ou implícita, pois o vídeo não é de sexo; é um vídeo de amor, um excelente vídeo de amor. Ele poderia ou deveria ser proposto como exemplo nas escolas de cinema, não por suas qualidades técnicas, mas porque é raro que os cineastas consigam mostrar tão bem os gestos do desejo entre duas pessoas que se gostam muito e que se amam (que seja por uma semana, um ano ou uma vida, tanto faz).
A delicadeza dos beijos, dos toques, dos abraços do casal falam de um momento de felicidade amorosa que é o verdadeiro "escândalo" do vídeo. É contra essas imagens de amor que o título chulo e os subtítulos irônicos protegem o espectador, guiando-o para que se convença de que ele está assistindo a alguma devassidão ou se divertindo ao constatar que uma "celebrity" fez "aquilo" que nem a gente.
Sem esse desvio da atenção, o vídeo seria, para quase todos os espectadores, tocante e talvez intoleravelmente triste. Por quê? Simples: alguns podem ser frustrados no sexo, outros podem ser invejosos e estar a fim de dar um pontapé nos pedestais que eles mesmos erigem, mas muitos sentem a falta da delicada intimidade do desejo sexual quando ele acontece entre dois que se gostam e se amam -muitos são frustrados no amor.
Com a ajuda de título e subtítulos, em suma, o tom burlesco dos comentários destes dias serve para que a gente não perceba o que, de fato, o "paparazzo" filmou: uma cena que, ao ser enxergada, produziria em nós a descoberta dolorosa de nossa carência. Pois não se trata de um momento de sexo, mas de uma tarde de amor."
CONTARDO CALLIGARIS - Folha de São Paulo, 29 de setembro de 2006.
ccalligari@uol.com.br

Como sempre, Calligaris, matou a pau (desculpem pelo trocadilho...) Ô ómi bom demais da conta, sô!!!! Ele se supera a cada dia...

23 setembro 2006

saber amar

viver só acostuma. a gente demora pra aprender. depois que aprende, se acostuma. e gosta. e aprende o bom e o ruim de estar só.

essa nossa sociedade moderna não é mole não. a gente tem que aprender a ser só pra depois aprender a estar junto. nos cobram independência....... e depois temos que reaprender....... acho que não a depender, mas a contar. a contar com o outro.

nunca pude (ou nunca quis) contar com ninguém pra nada. nunca aprendi a pedir ajuda. já me ferrei mais de uma vez por isso. devagarzinho vou aprendendo a pedir. antes disso, tenho que aprender a aceitar. aceitar um cuidado, um carinho, atenção.

passei anos tendo que sufocar sentimentos e fingir que não ligava. fingir (fingir mal, diga-se de passagem) que não estava nem aí. agora estou tendo que reaprender a deixar..... a dizer.... a receber. parece fácil....

saber amar é saber deixar alguém te amar.

18 setembro 2006

festa da ana r., último sábado

Para meus amigos chiques que moram em Paris verem que a Emilia ficou loira (finalmente assumir uma porção menos racional e resolvi curtir a vida.........) e que está feliz!
A festa da Ana R. foi ótima, pena que fui embora cedo........

16 setembro 2006

eu não joguei pedra na cruz

pelos últimos deliciosos acontecimentos que a vida tem me proporcionado, inesperada e intensamente, só posso concluir que

a) eu NÃO joguei pedra na cruz
b) eu já estou em uma vida muito evoluída e na próxima, com certeza, me ilumino
c) eu não nasci pra sofrer

e quaisquer outros derivados que se puder imaginar.

dizem por aí que a vida da gente muda de 7 em 7 anos, que esses são os ciclos.
não consigo identificar muito bem que ciclo começou aos 21.... ou aos 14, ou aos 7.
mas esse que começou aos 28........ está sendo muito bom!

agora é torcer pra maré continuar favorável até os 35.....

11 setembro 2006

ô gente mal educada

Sei que o meu humor hoje não está dos melhores, nem a minha atenção, o que costuma acarretar conseqüências mesmo sem a gente perceber.
Mas me dá uma tristeza ver que as pessoas não têm nenhum sentimento de generosidade com relação ao outro. A generosidade só vale quando é pra elas mesmas.
Eu tenho o costume de tirar meus anéis do dedo ao lavar as mãos, porque me incomoda ficar com o anel molhado no dedo. Mas tenho procurado ultimamente guardá-los no bolso para não perder, pois já mais de uma vez esqueci anel em banheiro de shopping.
Hoje, distraída, no banheiro da OAB da Rua da Glória... batata, esqueci os TRÊS anéis. E os três eu gostava muito. Um foi presente do meu tio, lá de Manaus, de coquinho com prata dentro. Os outros dois eu que comprei mas usava sempre, gostava muito.
Só me dei conta duas horas depois. Voltei à OAB na vã esperança de que uma alma os tivesse encontrado e entregue na recepção, achados e perdidos, sei lá. Vã mesmo, a esperança. Nada. Evaporaram.
Presume-se que quem entrou no banheiro depois de mim foi uma advogada ou estagiária que faz ou fez uma faculdade. Uma pessoa minimamente instruída, pois. (se bem que pra ter ética não precisa ser instruído, precisa ser educado) Mas ela não é capaz de raciocinar e imaginar que aquele objeto tem um dono, que aquilo, além de ter um valor econômico, tem um valor sentimental. Não, ela é espertinha e pensa 'ah, achado não é roubado' (deve ter perdido a aula que ensina que não podemos simplesmente sair pegando as coisas por aí), que anel legal, vou pegar pra mim.
Ela não pensa que um dia pode perder alguma coisa que goste muito, e que um(a) espertinho(a), que pouco se lixando está pros outros, como ela, também vai pensar 'ah, achado não é roubado'.
E assim caminha essa bosta de humanidade. Se bem que sempre tem uns idiotas que nem eu que, quando encontram o que não lhe pertence, entregam as coisas pro bedel ou no achados e perdidos.... Que bela bosta de humanidade.

Quem planta vento colhe tempestade, diz o ditado

"O coronel reformado Ubiratan Guimarães, assassinado na noite de domingo (10) em São Paulo, alegava não gostar do "estigma" de "coronel de Carandiru", mas costumava utilizar o número 111 em suas campanhas políticas --o número é o mesmo do total de mortos no episódio que ficou conhecido como massacre do Carandiru, em 1992.

Como candidato pelo PPB a deputado estadual, em 2002, adotou o número 11190. Atualmente, buscando a reeleição pelo PTB, o número de sua candidatura era 14111.

Ubiratan garantia que o número nada tinha a ver com os 111 mortos no massacre da Casa de Detenção do Carandiru. O coronel defendia que 111 era o número do cavalo que montava nos seus tempos de Regimento de Cavalaria."

Da Folha Online, 11 de setembro de 2006, 05h19.

Tough Chicks


Pra quem entende as gírias americanas... é engraçado.