31 outubro 2008
também quero
isso tudo aí de que todos tanto reclamam, mas que quase todo mundo quer. eu também quero. especialmente as partes boas, mas sei que as ruins estão incluídas também. faz parte. não importa. eu quero.
25 outubro 2008
Cozinha para si
Antes de 2004 e do acontecido, cozinhar era uma palavra que estava, definitivamente, fora do meu vocabulário cotidiano. O máximo que podia rolar era um macarrão com molho de atum enlatado com sopa de cebola (de saquinho) e creme de leite (lata ou caixinha), fora os miojos de sempre.
Lórrico, sempre tive alguém que cozinhasse o básico pra mim, aqui em SP, e lá no interiorrrrr (meus primeiros 17 anos de vida) sempre alguém que cozinhasse (e bem!) tudo! Mas não era minha mãe, era a Tê.
Bem, o fato é que minha mãe sempre detestou cozinhar, só o faz em situações muito especiais.... e sei lá, ela não gosta de cozinhar. Acha isso degradante para uma intelectual como ela, que poderia ter sido professora da USP, um dia, se não tivesse ido morar lá no interiorrrrrr com o meu pai.
O fato é que depois de 2004, quando descobri a feira, o peixe, etc, passei a cozinhar mais. Tenho fases, e há um certo tempo eu andava não fazendo muita coisa na cozinha. Já tive a fase do suco de uva verde (fazia que nem uma louca, adooooooro suco de uva verde), do peixe com ervas assado no envelope de alumínio, etc.
Mas de fato, melhorei minha alimentação desde então.
Agora, quase 05 meses de namoro e um namorado que cozinha para os filhos (falaí, que mulher não se apaixonaria???), que come comida orgânica e é simplesmente criativo à beça para aproveitar os alimentos disponíveis. Lógico que isso despertou novamente a 'Emilia que cozinha' que estava guardada dentro de mim.
E claro que não PRECISO cozinhar todo dia, e eu não cozinho todo dia mesmo, mas tenho um prazer tão grande em fazer a minha própria comida, acho que isso me dá uma sensação de, sei lá, cuidar de mim?, não sei, só sei que simplesmente gosto muito. E gosto ainda mais porque agora estou comendo frutas e verduras orgânicas! Compro uma cesta da Caminhos da Roça, bastante estimulada pelo namorado que compra uma cesta também.
O lance da cesta é se virar pra comer tudo. É difícil, tem que se empenhar, ser criativo e arrumar receitas, mas não é bom demais saber que tudo que se está comendo é livre de agrotóxicos?
Esta semana já fiz omelete (ovo orgânico também! de galinhas felizes?) de alho poró, com cebola, salsa, tudo orgânico! E ontem fiz uma lentilha (foi a primeira comida que o namorado fez para nós, lá em Gonçalves, no primeiro final de semana em que ficamos intensamente juntos uns 4 dias depois de nos conhecermos. coisa de louco mesmo) com beterraba, cenoura, alho poró, cebola, salsa, folhas de louro e gengibre (a única coisa não orgânica na receita, além da própria lentilha).
*************************************************************
Pra completar, a minha obsessão dessa vez é o lassi. Lassi é uma bebida de origem indiana (??) mas que vc encontra em restaurantes indianos e árabes aqui em SP. Bebi pela primeira vez no Kebab Salonu e também no restaurante indiano Delhi Palace. E fiquei super afins de fazer em casa.
Fui atrás de receitas e achei essa aqui. A essa receita eu acrescento a mesma medida (um copo de iogurte) de água, e coloco metade da água de flor de laranjeira (pode ser feito com água de rosas também). Fui atrás dos ingredientes e achei!
***************************************************************
Fico pensando se não vou virar um monstro assustador, uma dessas "mulheres de NOVA", que "cozinha, lava e passa" (eu não lavo roupa nem passo, aliás, odeio passar roupa, e também não limpo a casa, só se for absolutamente necessário), faz sua própria unha e depilação, presta consultoria e tem mestrado, doutorado e sabe-se lá mais o que, e que quando tiver filhos, lógico, não vai deixá-los largados com a babá! Mas acho que o que eu quero é tirar o máximo de prazer que eu puder na vida!!! E isso inclui explorar todas as minhas potencialidades... E isso porque tem um monte ainda não explorada por aqui, como dançar, por ex....
Lórrico, sempre tive alguém que cozinhasse o básico pra mim, aqui em SP, e lá no interiorrrrr (meus primeiros 17 anos de vida) sempre alguém que cozinhasse (e bem!) tudo! Mas não era minha mãe, era a Tê.
Bem, o fato é que minha mãe sempre detestou cozinhar, só o faz em situações muito especiais.... e sei lá, ela não gosta de cozinhar. Acha isso degradante para uma intelectual como ela, que poderia ter sido professora da USP, um dia, se não tivesse ido morar lá no interiorrrrrr com o meu pai.
O fato é que depois de 2004, quando descobri a feira, o peixe, etc, passei a cozinhar mais. Tenho fases, e há um certo tempo eu andava não fazendo muita coisa na cozinha. Já tive a fase do suco de uva verde (fazia que nem uma louca, adooooooro suco de uva verde), do peixe com ervas assado no envelope de alumínio, etc.
Mas de fato, melhorei minha alimentação desde então.
Agora, quase 05 meses de namoro e um namorado que cozinha para os filhos (falaí, que mulher não se apaixonaria???), que come comida orgânica e é simplesmente criativo à beça para aproveitar os alimentos disponíveis. Lógico que isso despertou novamente a 'Emilia que cozinha' que estava guardada dentro de mim.
E claro que não PRECISO cozinhar todo dia, e eu não cozinho todo dia mesmo, mas tenho um prazer tão grande em fazer a minha própria comida, acho que isso me dá uma sensação de, sei lá, cuidar de mim?, não sei, só sei que simplesmente gosto muito. E gosto ainda mais porque agora estou comendo frutas e verduras orgânicas! Compro uma cesta da Caminhos da Roça, bastante estimulada pelo namorado que compra uma cesta também.
O lance da cesta é se virar pra comer tudo. É difícil, tem que se empenhar, ser criativo e arrumar receitas, mas não é bom demais saber que tudo que se está comendo é livre de agrotóxicos?
Esta semana já fiz omelete (ovo orgânico também! de galinhas felizes?) de alho poró, com cebola, salsa, tudo orgânico! E ontem fiz uma lentilha (foi a primeira comida que o namorado fez para nós, lá em Gonçalves, no primeiro final de semana em que ficamos intensamente juntos uns 4 dias depois de nos conhecermos. coisa de louco mesmo) com beterraba, cenoura, alho poró, cebola, salsa, folhas de louro e gengibre (a única coisa não orgânica na receita, além da própria lentilha).
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Pra completar, a minha obsessão dessa vez é o lassi. Lassi é uma bebida de origem indiana (??) mas que vc encontra em restaurantes indianos e árabes aqui em SP. Bebi pela primeira vez no Kebab Salonu e também no restaurante indiano Delhi Palace. E fiquei super afins de fazer em casa.
Fui atrás de receitas e achei essa aqui. A essa receita eu acrescento a mesma medida (um copo de iogurte) de água, e coloco metade da água de flor de laranjeira (pode ser feito com água de rosas também). Fui atrás dos ingredientes e achei!
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Fico pensando se não vou virar um monstro assustador, uma dessas "mulheres de NOVA", que "cozinha, lava e passa" (eu não lavo roupa nem passo, aliás, odeio passar roupa, e também não limpo a casa, só se for absolutamente necessário), faz sua própria unha e depilação, presta consultoria e tem mestrado, doutorado e sabe-se lá mais o que, e que quando tiver filhos, lógico, não vai deixá-los largados com a babá! Mas acho que o que eu quero é tirar o máximo de prazer que eu puder na vida!!! E isso inclui explorar todas as minhas potencialidades... E isso porque tem um monte ainda não explorada por aqui, como dançar, por ex....
24 outubro 2008
UAU
Minha vida está mudando. Eu sei e eu sinto.
Estou correndo atrás e as coisas estão acontecendo, sinto medo, mas vou em frente.
Com a ajuda do meu acupunturista Jaime, com o amor e carinho do meu namorado querido, com meus amigos queridos, com minha família.
Vou fazer um trabalho que jamais imaginei que eu pudesse fazer um dia. De responsa e que vai me trazer uma puta experiência, um up no Curriculo animsl também.
Quando me inscrevi na seleção, fui de alegre, achando que não tinha chance. O processo de seleção foi andando e.... cá estou, selecionada.
Estou virando gente grande, com tudo de bom e ruim que vem junto com isso.
Estou correndo atrás e as coisas estão acontecendo, sinto medo, mas vou em frente.
Com a ajuda do meu acupunturista Jaime, com o amor e carinho do meu namorado querido, com meus amigos queridos, com minha família.
Vou fazer um trabalho que jamais imaginei que eu pudesse fazer um dia. De responsa e que vai me trazer uma puta experiência, um up no Curriculo animsl também.
Quando me inscrevi na seleção, fui de alegre, achando que não tinha chance. O processo de seleção foi andando e.... cá estou, selecionada.
Estou virando gente grande, com tudo de bom e ruim que vem junto com isso.
20 outubro 2008
Horário de verão
A gente sabe que está ficando mais velha quando não é mais imune ao horário de verão.
Acho que isso também tem a ver com o café que eu tomei umas 19h, 20h.
Fui deitar às 4h, porque antes estava sem sono
Tinha acordado tarde.
Agora estou um bagaço. E já são 11h.
É isso aí.
Adoro horário de verão, mas hoje tá foda.
Acho que isso também tem a ver com o café que eu tomei umas 19h, 20h.
Fui deitar às 4h, porque antes estava sem sono
Tinha acordado tarde.
Agora estou um bagaço. E já são 11h.
É isso aí.
Adoro horário de verão, mas hoje tá foda.
09 outubro 2008
O artista elevado
Há certo tempo, um artista plástico que eu só conheço de longe alugou (ou comprou) um conjunto num prédio que fica ali na beira do Elevado Costa e Silva (o popular 'Minhocão'), quase já chegando na Consolação (o prédio fica no sentido bairro-centro da Avenida que passa ali embaixo, que deve ser a Gal. Olímpio da Silveira, mas não sei se é).
Toda vez que passo por ali, me lembro do meu namorado (pois ele também é artista plástico, além de ter inúmeros outros talentos). Vejo o moço lá pintando telas imensas... a sala é ampla, sem paredes (ele deve ter mandado derrubar algumas), e dali do Elevado a gente vê ele ora pintando, ora se afastando, sentado ou de pé, olhando, analisando a sua obra, andando, enfim, fazendo o que um artista faz quando pinta. (dã!)
Enquanto ele faz arte, nós passantes o admiramos. Podemos não admirar a sua obra (pra ser sincera, ainda não consegui passar lá em dia de trânsito parado o suficiente para poder olhar direito as obras, e também é meio longe, não dá pra ver tão bem), mas admiro a cena. Gosto de passar por lá e saber que enquanto estou trancada em meu carro ouvindo a CBN, a Eldorado ou a rádio trânsito SulAmerica, tem alguém simplesmente concentrado em pintar ali, na beirinha do caos.
Tenho outras histórias sobre o Minhocão. Afinal, transito freqüentemente por ali desde 1997, quando me mudei pra Pompéia e ganhei o carro. Foram mais 02 anos indo pra São Francisco de carro tooooooodo dia via Minhocão (e parece que até hoje eu não aprendi que das 17h às 19h o trânsito ali é uma nhaca, pois insisto ainda em sair de casa 17h30, 17h40 para dar aula às 18h20 e de vez em quando passo uns apertos). Nesses anos todos, mas mais precisamente dos últimos 03 pra cá, quando voltei a ir pro centro com freqüência por conta do mestrado, passei a observar mais à minha volta nesse percurso. Quem sabe conto outras logo mais.
Toda vez que passo por ali, me lembro do meu namorado (pois ele também é artista plástico, além de ter inúmeros outros talentos). Vejo o moço lá pintando telas imensas... a sala é ampla, sem paredes (ele deve ter mandado derrubar algumas), e dali do Elevado a gente vê ele ora pintando, ora se afastando, sentado ou de pé, olhando, analisando a sua obra, andando, enfim, fazendo o que um artista faz quando pinta. (dã!)
Enquanto ele faz arte, nós passantes o admiramos. Podemos não admirar a sua obra (pra ser sincera, ainda não consegui passar lá em dia de trânsito parado o suficiente para poder olhar direito as obras, e também é meio longe, não dá pra ver tão bem), mas admiro a cena. Gosto de passar por lá e saber que enquanto estou trancada em meu carro ouvindo a CBN, a Eldorado ou a rádio trânsito SulAmerica, tem alguém simplesmente concentrado em pintar ali, na beirinha do caos.
Tenho outras histórias sobre o Minhocão. Afinal, transito freqüentemente por ali desde 1997, quando me mudei pra Pompéia e ganhei o carro. Foram mais 02 anos indo pra São Francisco de carro tooooooodo dia via Minhocão (e parece que até hoje eu não aprendi que das 17h às 19h o trânsito ali é uma nhaca, pois insisto ainda em sair de casa 17h30, 17h40 para dar aula às 18h20 e de vez em quando passo uns apertos). Nesses anos todos, mas mais precisamente dos últimos 03 pra cá, quando voltei a ir pro centro com freqüência por conta do mestrado, passei a observar mais à minha volta nesse percurso. Quem sabe conto outras logo mais.
05 outubro 2008
o fimda semana sem doce
a semana sem doce acabou mais cedo porque assim eu resolvi, e sem peso na consciência.
na quinta-feira, depois do deslize no cafezinho da manhã, continuei sem o doce.
na sexta também.
no sábado meu pai estava em SP e o levei para almoçar no Gopala , que era Prasada e agora é Madhavi (??)(separaram-se os sócios). O outro, mais pra cima da Antonio Carlos, agora se chama Gopala Hari (eu não fui nesse ainda, funciona onde era a segunda casa do Gopala).e daí que lá tem uns sucos deliciosos (com açúcar, presumo) e docinhos divinos de sobremesa e resolvi que a minha semana sem doce ia acabar ali mesmo porque eu não ia no Gopala fazia um tempão e eu adoro.
(o Gopala ainda tem uma lojinha embaixo onde comprei Cardamomo - eeeeeeeeeeee!!! - e água de flor de laranjeira -eeeeeeeeeeeeeee²!!!!- pra fazer lassi!!! já fiz e ficou ótimo!)
bem, hoje também comi pudim e já voltei a beber meu cafezinho com adoçante.
balanço da semana sem doce: 5 dias, acho que foi bom.
balanço psi da semana sem doce: estou me propondo a comer doce só aos finais de semana a partir de agora. não tô nem um pouco a fins de abrir mão do adoçante... mas do doce sim! em nome de minha desintoxiação do açúcar e da silhueta também. a ver ;-)
na quinta-feira, depois do deslize no cafezinho da manhã, continuei sem o doce.
na sexta também.
no sábado meu pai estava em SP e o levei para almoçar no Gopala , que era Prasada e agora é Madhavi (??)(separaram-se os sócios). O outro, mais pra cima da Antonio Carlos, agora se chama Gopala Hari (eu não fui nesse ainda, funciona onde era a segunda casa do Gopala).e daí que lá tem uns sucos deliciosos (com açúcar, presumo) e docinhos divinos de sobremesa e resolvi que a minha semana sem doce ia acabar ali mesmo porque eu não ia no Gopala fazia um tempão e eu adoro.
(o Gopala ainda tem uma lojinha embaixo onde comprei Cardamomo - eeeeeeeeeeee!!! - e água de flor de laranjeira -eeeeeeeeeeeeeee²!!!!- pra fazer lassi!!! já fiz e ficou ótimo!)
bem, hoje também comi pudim e já voltei a beber meu cafezinho com adoçante.
balanço da semana sem doce: 5 dias, acho que foi bom.
balanço psi da semana sem doce: estou me propondo a comer doce só aos finais de semana a partir de agora. não tô nem um pouco a fins de abrir mão do adoçante... mas do doce sim! em nome de minha desintoxiação do açúcar e da silhueta também. a ver ;-)
02 outubro 2008
esqueci e bebi café com adoçante
Quando vi, já tava tomando. É quase automático... ainda mais considerando que não consegui dormir na minha de ônibus para a aula... por causa do maledeto ar condicionado, que como sempre estava muito frio.
Quinta de manhã nunca bebo café antes de sair de casa; assim, posso dormir melhor na viagem de duas horas de ônibus até a Faculdade onde dou aula.
Isso significa que quando chego na Faculdade estou toda amassada, com sono, e além de dar uma passada fundamental no banheiro, tenho que tomar uns dois cafés pra acordar.
Estou ponderando se continuo ou paro por hoje, no 4º dia. A ver.
Quinta de manhã nunca bebo café antes de sair de casa; assim, posso dormir melhor na viagem de duas horas de ônibus até a Faculdade onde dou aula.
Isso significa que quando chego na Faculdade estou toda amassada, com sono, e além de dar uma passada fundamental no banheiro, tenho que tomar uns dois cafés pra acordar.
Estou ponderando se continuo ou paro por hoje, no 4º dia. A ver.
01 outubro 2008
3º dia da semana sem doce
Ontem foi tudo bem.
Aguentei comendo maçã desidratada e banana passa no lanche da tarde.
Olhando rótulos de produtos que vende em loja de produto natural, a gente vê que muitos não têm açúcar mas têm adoçantes como maltitol e sucralose, considerados 'naturais' (?).
Difícil achar qualquer coisa realmente sem açúcar ou adoçante.
A tal maçã desidratada é gostosinha e crocante.
Ai que vontade de comer uma paçoquinhaaaaaaaaaa
Aguentei comendo maçã desidratada e banana passa no lanche da tarde.
Olhando rótulos de produtos que vende em loja de produto natural, a gente vê que muitos não têm açúcar mas têm adoçantes como maltitol e sucralose, considerados 'naturais' (?).
Difícil achar qualquer coisa realmente sem açúcar ou adoçante.
A tal maçã desidratada é gostosinha e crocante.
Ai que vontade de comer uma paçoquinhaaaaaaaaaa
30 setembro 2008
como beber iogurte sem açúcar, mel ou adoçante ou geléia - e outras coisas
Coloque suco de uva.
O suco de uva está salvando a minha tentativa de ficar 1 semana sem doce.
É multi-uso, o suco de uva.
Ah, conversei com minha amiga. Ela me disse que na semana sem doce pode mesmo comer frutas e beber sucos sem serem artificialmente adoçados. Eba! Será que aqueles docinhos sem açúcar pode?
Outra dica que ela deu foi colocar a banana no microondas com canela. Fica quase como um doce :D
Sabe o negócio? Quando a gente não pode comer alguma coisa, parece que não pára de pensar nisso. Chato à beça. Porém, há de fato uma necessidade de pensar sobre, porque ontem na viagem de volta quaaase comprei um Trident. No fim, desisti de comprar por outra razão, mas esqueci que não podia o Trident também. Balinha, chiclete, tudo banido, mesmo sem açúcar.
Ah, e a bebida (no bar em que fomos e não havia suco, só refri, água e destilados etc) resolvi com... uma cerveja :P
Por quê estou fazendo essa experiência? Pra experimentar mesmo. Esperando, claro, algum ganho extra como uma pequena perda de peso. Será? Pode ser. Tem duas coisas que gosto muito de comer: doce e pão. Ambos carboidratos. Com a interdição do doce, acabo também me obrigando a comer mais frutas, que adoro, e com isso como menos outras coisas calóricas. Não que eu tenha deixado de comer o sanduíche de calabresa no tal bar que não tinha suco, mas que substituir o lanchinho da tarde por fruta ou iogurte ajuda, lá isso ajuda.
Fui
O suco de uva está salvando a minha tentativa de ficar 1 semana sem doce.
É multi-uso, o suco de uva.
Ah, conversei com minha amiga. Ela me disse que na semana sem doce pode mesmo comer frutas e beber sucos sem serem artificialmente adoçados. Eba! Será que aqueles docinhos sem açúcar pode?
Outra dica que ela deu foi colocar a banana no microondas com canela. Fica quase como um doce :D
Sabe o negócio? Quando a gente não pode comer alguma coisa, parece que não pára de pensar nisso. Chato à beça. Porém, há de fato uma necessidade de pensar sobre, porque ontem na viagem de volta quaaase comprei um Trident. No fim, desisti de comprar por outra razão, mas esqueci que não podia o Trident também. Balinha, chiclete, tudo banido, mesmo sem açúcar.
Ah, e a bebida (no bar em que fomos e não havia suco, só refri, água e destilados etc) resolvi com... uma cerveja :P
Por quê estou fazendo essa experiência? Pra experimentar mesmo. Esperando, claro, algum ganho extra como uma pequena perda de peso. Será? Pode ser. Tem duas coisas que gosto muito de comer: doce e pão. Ambos carboidratos. Com a interdição do doce, acabo também me obrigando a comer mais frutas, que adoro, e com isso como menos outras coisas calóricas. Não que eu tenha deixado de comer o sanduíche de calabresa no tal bar que não tinha suco, mas que substituir o lanchinho da tarde por fruta ou iogurte ajuda, lá isso ajuda.
Fui
1 semana sem doce e a TPM
Juro que eu sempre acabo resolvendo limitar as minhas comidas nas épocas mais difíceis.
Há alguns anos eu fiz Vigilantes do Peso. Foi no final do ano em que eu estava tomando corticóide, final de 2004. Adivinha se eu não comecei o Vigilantes uma semana antes do Natal?
1 semana sem doce na TPM não vai ser fácil.
A granola de hj de manhã tem açúcar, acho. Comi mesmo assim, sem o melzinho extra (não precisava, de todo modo, tinha bastante açúcar).
Ontem, fora o cappuccino da manhã, nem um gostinho doce na boca (só as frutas e o suco de uva, mas estou entendendo que coisas não adoçadas artificialmente não entram na conta).
Vamos ao café. Bom dia!
Há alguns anos eu fiz Vigilantes do Peso. Foi no final do ano em que eu estava tomando corticóide, final de 2004. Adivinha se eu não comecei o Vigilantes uma semana antes do Natal?
1 semana sem doce na TPM não vai ser fácil.
A granola de hj de manhã tem açúcar, acho. Comi mesmo assim, sem o melzinho extra (não precisava, de todo modo, tinha bastante açúcar).
Ontem, fora o cappuccino da manhã, nem um gostinho doce na boca (só as frutas e o suco de uva, mas estou entendendo que coisas não adoçadas artificialmente não entram na conta).
Vamos ao café. Bom dia!
29 setembro 2008
Update - 1 semana sem doce
Confesso a minha total incompetência.
Não, total não. Menos, Emilia.
Vamos aos fatos: Toda vez que vamos visitar os meus pais no interior tem doce. Fazem para nos agradar, lórrico. Não, eu não vou justificar a minha quebra de contrato comigo mesma dizendo que comi só pra agradar a mamãe, que aliás nunca hesita em dizer se engordei ou não (risos). Eu comi porque quis mesmo.
Sucumbi depois de 24 h quando, no café da manhã, não resisti à visão do bolo de cenoura molhadinho, coberto com chocolate. Comi dois pedaços (pequenos).
Continuo tomando chá e café sem açúcar, todavia. Ontem todos os líquidos que ingeri foram sem açúcar.
Hoje de manhã, ainda na casa dos meus pais, confesso, tomei um Cappucino 3 corações com açúcar, que eu adoro.
Aqui em casa (SP) não tem doce, não tem Cappuccino, não tem bolo. Se eu romper o contrato na próxima semana, portanto, não tenho mais desculpa: é vício ou cafagestagem mesmo (risos).
Meu café depois do almoço e o café de manhã (o preto, não o cappuccino) foram sem açúcar. O que tem me feito tomar menos café (não sei se acho isso bom ou ruim, nem tomo tanto assim).
Vou contando a evolução.
Não, total não. Menos, Emilia.
Vamos aos fatos: Toda vez que vamos visitar os meus pais no interior tem doce. Fazem para nos agradar, lórrico. Não, eu não vou justificar a minha quebra de contrato comigo mesma dizendo que comi só pra agradar a mamãe, que aliás nunca hesita em dizer se engordei ou não (risos). Eu comi porque quis mesmo.
Sucumbi depois de 24 h quando, no café da manhã, não resisti à visão do bolo de cenoura molhadinho, coberto com chocolate. Comi dois pedaços (pequenos).
Continuo tomando chá e café sem açúcar, todavia. Ontem todos os líquidos que ingeri foram sem açúcar.
Hoje de manhã, ainda na casa dos meus pais, confesso, tomei um Cappucino 3 corações com açúcar, que eu adoro.
Aqui em casa (SP) não tem doce, não tem Cappuccino, não tem bolo. Se eu romper o contrato na próxima semana, portanto, não tenho mais desculpa: é vício ou cafagestagem mesmo (risos).
Meu café depois do almoço e o café de manhã (o preto, não o cappuccino) foram sem açúcar. O que tem me feito tomar menos café (não sei se acho isso bom ou ruim, nem tomo tanto assim).
Vou contando a evolução.
27 setembro 2008
1 semana sem doce
Essa é a proposta que a professora de ioga da minha amiga fez a ela e que eu resolvi tentar também. Ela (amiga) disse que sucumbiu no segundo dia, ao se defrontar com o apfel strudel que a tia levou no almoço de domingo.
Eu comecei hoje: já comprei pêssegos, fruta do conde, laranja lima e pêra (não laranja pêra, a pêra mesmo) pra ver quanto tempo aguento.
Estou resistindo bravamente até agora ao bolo gelado com coco que meu pai comprou na padaria ótima que tem aqui perto da nossa casa; também estou resistindo bravamente ao bolo de cenoura com cobertura de chocolate.
O sem doce inclui ficar sem o sabor doce artifical do adoçante, portanto, duplamente difícil.
Hoje de manhã bebi café sem açúcar (non me piace, veramente) e não coloquei mais mel na granola, que já é adoçada (esse não deu pra evitar porque o único pão que tinha na casa eu precisava deixar pro meu irmão, já que ele não come granola). Bem, paciência, mas como sempre ponho mais mel, considerei cumprida a tarefa do não açúcar.
Pra compensar antecipadamente a frustração de não comer doce, fui na manicure e fiz pé e mão (pintei de vermelho, adoro) e fiz a sombrancelha que estava mais que na hora, já feiosa. (mentira, eu já tinha marcado antes a manicure, tava era louca pra fazer a unha com uma profissional, alguém que não seja eu mesma, que a minha é igual cosmético barato: fica boa uns 2 dias, no terceiro já começa a descascar...)
Devo acrescentar uma nota: ontem, conversando com meu namorado, comentei que acho que estou viciada em café: quando não tomo, tenho dor de cabeça. Bem, ele me disse pra experimentar tomar sem açúcar. Eu disse que tomava com adoçante e ele ignorou solenemente a minha piada tentada e disse que era pra tomar sem o adoçante também.
Depois de encontrar a minha amiga ontem à noite (fomos assistir "Ensaio sobre a Cegueira", muito bom, do Fernando Meirelles), e d'ela me contar esse negócio da ioga, juntei as duas sugestões e resolvi tentar.
Já pensei em comer escondido de todo mundo aqui da casa um pedaço do bolo gelado quando todos forem dormir, mas isso seria me enganar; é simplesmente ridículo, não?
Já são 12 horas sem comer doce e nem sentir gostos artificialmente doces.
Hmmmmmmmm.... Será que o mel se inclui entre os 'doces'? Quero dizer, tecnicamente, não é artificial porque é da abelha, que é natural. (suspiro).
Peraí que vou tomar um copo de suco de uva (sem açúcar) e já volto.
Eu comecei hoje: já comprei pêssegos, fruta do conde, laranja lima e pêra (não laranja pêra, a pêra mesmo) pra ver quanto tempo aguento.
Estou resistindo bravamente até agora ao bolo gelado com coco que meu pai comprou na padaria ótima que tem aqui perto da nossa casa; também estou resistindo bravamente ao bolo de cenoura com cobertura de chocolate.
O sem doce inclui ficar sem o sabor doce artifical do adoçante, portanto, duplamente difícil.
Hoje de manhã bebi café sem açúcar (non me piace, veramente) e não coloquei mais mel na granola, que já é adoçada (esse não deu pra evitar porque o único pão que tinha na casa eu precisava deixar pro meu irmão, já que ele não come granola). Bem, paciência, mas como sempre ponho mais mel, considerei cumprida a tarefa do não açúcar.
Pra compensar antecipadamente a frustração de não comer doce, fui na manicure e fiz pé e mão (pintei de vermelho, adoro) e fiz a sombrancelha que estava mais que na hora, já feiosa. (mentira, eu já tinha marcado antes a manicure, tava era louca pra fazer a unha com uma profissional, alguém que não seja eu mesma, que a minha é igual cosmético barato: fica boa uns 2 dias, no terceiro já começa a descascar...)
Devo acrescentar uma nota: ontem, conversando com meu namorado, comentei que acho que estou viciada em café: quando não tomo, tenho dor de cabeça. Bem, ele me disse pra experimentar tomar sem açúcar. Eu disse que tomava com adoçante e ele ignorou solenemente a minha piada tentada e disse que era pra tomar sem o adoçante também.
Depois de encontrar a minha amiga ontem à noite (fomos assistir "Ensaio sobre a Cegueira", muito bom, do Fernando Meirelles), e d'ela me contar esse negócio da ioga, juntei as duas sugestões e resolvi tentar.
Já pensei em comer escondido de todo mundo aqui da casa um pedaço do bolo gelado quando todos forem dormir, mas isso seria me enganar; é simplesmente ridículo, não?
Já são 12 horas sem comer doce e nem sentir gostos artificialmente doces.
Hmmmmmmmm.... Será que o mel se inclui entre os 'doces'? Quero dizer, tecnicamente, não é artificial porque é da abelha, que é natural. (suspiro).
Peraí que vou tomar um copo de suco de uva (sem açúcar) e já volto.
Hilário Político em Bauru
Pena que não achei nenhum vídeo no youtube.
Pena mesmo.
Hoje dei gargalhadas boas assistindo o horário político da cidade de Bauru.
Os candidatos são realmente incríveis! Fora uns 10% que conseguem falar direito, o resto é de rolar de rir.
Quem tiver oportunidade de ir pro interior e assistir o horário político em qualquer cidadezinha, vale a pena; não perca, antes que acabe!!! Imagino que deve ser mais ou menos igual em todo lugar.
O nosso de SPCapital não tem nenhuma graça perto dos horários políticos do interior.
Vc acha o Levy Fidelix engraçado? Isso é porque vc ainda não viu a Rose da Feira, o Vaguinho e outras pérolas da política bauruense.
Amanhã vou ver de novo! :D
Pena mesmo.
Hoje dei gargalhadas boas assistindo o horário político da cidade de Bauru.
Os candidatos são realmente incríveis! Fora uns 10% que conseguem falar direito, o resto é de rolar de rir.
Quem tiver oportunidade de ir pro interior e assistir o horário político em qualquer cidadezinha, vale a pena; não perca, antes que acabe!!! Imagino que deve ser mais ou menos igual em todo lugar.
O nosso de SPCapital não tem nenhuma graça perto dos horários políticos do interior.
Vc acha o Levy Fidelix engraçado? Isso é porque vc ainda não viu a Rose da Feira, o Vaguinho e outras pérolas da política bauruense.
Amanhã vou ver de novo! :D
23 setembro 2008
Odeio frio
Nem está tão frio. Mas a Climatempo me diz que até o final desta presente semana e no começo da semana que vem vamos continuar com esse tempinho meia-boca, 21, 22 graus no máximo, chuva. Não dá pra por nem sandália (está frio demais para isso) nem bota (está quente demais pra isso). Saco.
E eu querendo ir pra piscina e tomar sol.
E eu querendo sei lá o que...
O frio (e se vier com chuva então, pior, mas nesse último caso acho que só hiperativos ou workaholics não compartilham do meu sentimento... ou não) me paralisa.
Não tenho vontade de fazer nada. Minhas mãos ficam geladas ao digitar ou ao sair de dentro do quentinho do bolso ou da coberta para virar as páginas de um livro.
Ainda bem que os prazos de mestrado e doutorado vencem sempre no verão.
Imagine passar madrugadas inóspitas a fio escrevendo com a espada do prazo na sua cabeça num puta frio. Ninguém merece.
Há quem goste de frio. Diz que é estimulante, faz ficar alerta. O frio só me alerta de uma coisa: que eu preciso me aquecer.
Cada vez mais tenho certeza de que dentro do útero da minha mãe devia ser mesmo muito quentinho. Ou então é porque eu nasci em novembro mesmo, primavera quase verão.
Odeio frio.
E eu querendo ir pra piscina e tomar sol.
E eu querendo sei lá o que...
O frio (e se vier com chuva então, pior, mas nesse último caso acho que só hiperativos ou workaholics não compartilham do meu sentimento... ou não) me paralisa.
Não tenho vontade de fazer nada. Minhas mãos ficam geladas ao digitar ou ao sair de dentro do quentinho do bolso ou da coberta para virar as páginas de um livro.
Ainda bem que os prazos de mestrado e doutorado vencem sempre no verão.
Imagine passar madrugadas inóspitas a fio escrevendo com a espada do prazo na sua cabeça num puta frio. Ninguém merece.
Há quem goste de frio. Diz que é estimulante, faz ficar alerta. O frio só me alerta de uma coisa: que eu preciso me aquecer.
Cada vez mais tenho certeza de que dentro do útero da minha mãe devia ser mesmo muito quentinho. Ou então é porque eu nasci em novembro mesmo, primavera quase verão.
Odeio frio.
22 setembro 2008
duas cachorronas e o gato: lições sobre o aprendizado na infância canina ou o poder das mães
Já que 50% dos meus 4 leitores me perguntaram se eu esqueci do blog, vou postar.
Não gostei de nenhum dos títulos que eu coloquei nesse post, mas tô sem imaginação pra pensar em outro.
Ao post, pois:
Meu namorado tem duas cachorras grandonas. Não vou dizer o nome delas porque ele não quer ser identificado, então vamos chamá-las de G e L.
G é uma collie matrona, bastante fora de forma. Uma fofa, está quase sempre dormindo. Sossegadíssima. As crianças montam em cima dela, pegam a pata, pegam o rabo, fazem gato e sapato e ela com aquele olhar pláááácido, suuuuuuuuuussa pra caramba... Até tentei iniciar um programa intensivo de treinamento com ela, vez que nós duas precisamos emagrecer, mas G sentou-se após menos de 10 minutos de caminhada... e ao longo do percurso se deitou umas 4 vezes para descansar (isso porque fomos pertinho).
G é isso aí, uma cachorra fofa, tranquila, amável e preguiçosa.
G é um ou dois anos mais velha que L, e praticamente foi mãe e educadora de L.
L é uma pastor alemão brincalhona e, ouso dizer, talvez hiperativa. Uma meninona crescida, é louca pra fazer brincadeiras tipo morder a mão. Eu adoraria brincar com ela de lutinha e de morder a mão como faço com o Xulão, só que o Xu tem uns 30 cm de altura por meio metro de comprimento (será isso? to sem uma fita aqui pra medir) e L tem, sei lá, um metro de altura por sabe-se lá quanto de comprimento e uns dentões. É engraçadona, tens uns patões que ela fica patinando na entrada da cozinha, louca pra entrar na casa. E late muito e com cara de brava pra todo mundo que chega e é estranho. E faz uma festa doooooida para o meu namorado quando ele chega. (e de uns tempos pra cá faz festa pra mim também :D - deve ser porque comprei pra elas o último saco de ração.)
G late junto com L algumas vezes, mas em geral quem domina a parada e vai correndo primeirona pro portão é L.
Feitas todas essas introduções explicativas, passo a contar uma historieta:
Outro dia eu estava vendo meu namorado pintar na área de fora da casa, nos fundos; aos nossos pés encontrava-se, deitada, L. G estava deitada na áreazinha da frente da casa.
De repente, ouvi um miado de gato, aliás, mais de um, daqueles de gato apanhando ou sei lá eu o que: MIIIIIIIIRRRWWWWWW!!!!!!! (não sei fazer som de gato).
G (essa é a collie matrona) imediatamente foi pro portão e começou a latir. L (a pastor doidona) se levantou, fez menção de sair correndo, se controlou, ficou batendo as patas no chão, chorou, e nada de ir latir pro gato. Achei engraçado aquilo, ela chorar.
"A G tem o monopólio dos gatos", explica meu namorado. "Quando L era filhote, G a mordia quando tentava latir para os gatos. Sò G. pode latir para os gatos".
Então, toda vez que um gato mia nas redondezas, L se contorce, chora, segura a onda, mas não vai latir porque teme a represália de G.
L só não se deu conta de que não é mais um bebê, e que é tão ou mais forte que G, mais jovem, mais vigorosa.... tsk, tsk...
Isto é o verdadeiro poder que uma mãe tem com os seus filhos. Muitas mães humanas conseguem fazer tão bem esse tipo de doutrinação com os filhos que eles não a superam nunca: passam a vida inteira obedecendo suas mães, com medo da mordida. A diferença é que nós humanos temos a capacidade de perceber que crescemos e podemos não obedecer mais a liderança de nossas mães, e fazer o que bem entendemos, mesmo que possamos nos machucar e até correndo o risco de perder o amor de nossas mães. Talvez entre os bichos haja quem supere esse tipo de coisa, sei lá, não entendo tanto assim de bicho, só um pouquinho. Quem souber me conte.
Não gostei de nenhum dos títulos que eu coloquei nesse post, mas tô sem imaginação pra pensar em outro.
Ao post, pois:
Meu namorado tem duas cachorras grandonas. Não vou dizer o nome delas porque ele não quer ser identificado, então vamos chamá-las de G e L.
G é uma collie matrona, bastante fora de forma. Uma fofa, está quase sempre dormindo. Sossegadíssima. As crianças montam em cima dela, pegam a pata, pegam o rabo, fazem gato e sapato e ela com aquele olhar pláááácido, suuuuuuuuuussa pra caramba... Até tentei iniciar um programa intensivo de treinamento com ela, vez que nós duas precisamos emagrecer, mas G sentou-se após menos de 10 minutos de caminhada... e ao longo do percurso se deitou umas 4 vezes para descansar (isso porque fomos pertinho).
G é isso aí, uma cachorra fofa, tranquila, amável e preguiçosa.
G é um ou dois anos mais velha que L, e praticamente foi mãe e educadora de L.
L é uma pastor alemão brincalhona e, ouso dizer, talvez hiperativa. Uma meninona crescida, é louca pra fazer brincadeiras tipo morder a mão. Eu adoraria brincar com ela de lutinha e de morder a mão como faço com o Xulão, só que o Xu tem uns 30 cm de altura por meio metro de comprimento (será isso? to sem uma fita aqui pra medir) e L tem, sei lá, um metro de altura por sabe-se lá quanto de comprimento e uns dentões. É engraçadona, tens uns patões que ela fica patinando na entrada da cozinha, louca pra entrar na casa. E late muito e com cara de brava pra todo mundo que chega e é estranho. E faz uma festa doooooida para o meu namorado quando ele chega. (e de uns tempos pra cá faz festa pra mim também :D - deve ser porque comprei pra elas o último saco de ração.)
G late junto com L algumas vezes, mas em geral quem domina a parada e vai correndo primeirona pro portão é L.
Feitas todas essas introduções explicativas, passo a contar uma historieta:
Outro dia eu estava vendo meu namorado pintar na área de fora da casa, nos fundos; aos nossos pés encontrava-se, deitada, L. G estava deitada na áreazinha da frente da casa.
De repente, ouvi um miado de gato, aliás, mais de um, daqueles de gato apanhando ou sei lá eu o que: MIIIIIIIIRRRWWWWWW!!!!!!! (não sei fazer som de gato).
G (essa é a collie matrona) imediatamente foi pro portão e começou a latir. L (a pastor doidona) se levantou, fez menção de sair correndo, se controlou, ficou batendo as patas no chão, chorou, e nada de ir latir pro gato. Achei engraçado aquilo, ela chorar.
"A G tem o monopólio dos gatos", explica meu namorado. "Quando L era filhote, G a mordia quando tentava latir para os gatos. Sò G. pode latir para os gatos".
Então, toda vez que um gato mia nas redondezas, L se contorce, chora, segura a onda, mas não vai latir porque teme a represália de G.
L só não se deu conta de que não é mais um bebê, e que é tão ou mais forte que G, mais jovem, mais vigorosa.... tsk, tsk...
Isto é o verdadeiro poder que uma mãe tem com os seus filhos. Muitas mães humanas conseguem fazer tão bem esse tipo de doutrinação com os filhos que eles não a superam nunca: passam a vida inteira obedecendo suas mães, com medo da mordida. A diferença é que nós humanos temos a capacidade de perceber que crescemos e podemos não obedecer mais a liderança de nossas mães, e fazer o que bem entendemos, mesmo que possamos nos machucar e até correndo o risco de perder o amor de nossas mães. Talvez entre os bichos haja quem supere esse tipo de coisa, sei lá, não entendo tanto assim de bicho, só um pouquinho. Quem souber me conte.
01 setembro 2008
quer ver a foca ficar feliz?
Sinto que algo está mudando na minha vida. Isso tem sido uma constante nos últimos anos, esse observar de um amadurecer, o amadurecer consciente, me sinto até meio chatinha falando sobre isso, mas eu realmente gosto de ver que estou crescendo e virando gente grande. Sempre achei que isso não aconteceria nunca, mas estou simplesmente vendo que sim, é possível; eu posso conseguir.
Minha vida profissional tá começando a acontecer e de um jeito bastante diferente de antes, mais calmo, mais planejado e pensado. To ganhando pouco ainda, mas vendo que as coisas vão rolar, estão rolando, e que com mais tempo e investimento vai melhorar. E logo vou conseguir tomar conta de mim mesma sozinha, e aí vou poder pedir ajuda ou aceitar ajuda simplesmente porque é legal, mas não porque eu preciso, e quando precisar vou me sentir melhor. Mas já não me sinto tão mal, também, em ainda precisar (só me sinto um pouco mal, mas vejo que isso não é só uma opção minha).
Nesse momento ‘crescimento pessoal’ tão auto-ajuda, eu recorri, pela primeira vez, a um livro de auto-ajuda na minha vida. Calma, calma, não é ‘Você pode curar sua vida’, que eu ganhei de uma ex-amiga quando estava na UTI, sem noção, acho que ela realmente não me conhecia ou não leu o livro para saber o que estava me dando, mas na verdade acho que é mais a primeira opção mesmo, ela não me conhecia, nunca me conheceu. Bem, isso não importa, mas o livro que eu comprei é “Dinheiro, os segredos de quem tem” e um outro de finanças pessoais.
Brinco com o meu namorado que eu estou indo rumo ao meu primeiro milhão. É brincadeira porque não tenho essa pretensão, quero dizer, vou atrás de minha poupancinha e previdência privada sim, finalmente para alegria de meu pai. Mas comprei o livro porque 1) estudei com o autor na GV e conheço, fizemos trabalhos juntos, sei que é um cara sério, o Gustavo Cerbasi; 2) nunca fui super gastadora e mas também sempre ganhei merrecas, de modo que nunca me preocupei em economizar merreca. Ganho hoje aos 31 o mesmo que eu ganhava aos 25. Lógico, mudei de carreira, podia estar ganhando 15 paus por mês, fazendo escova no cabelo e talvez já com uma ponte de safena ou uma gastrite avançada. Porém, enfim, mudei de carreira então agora recomeço do zero, ganhando pouco. Mas agora percebi que ou começo a me organizar JÁ, ou não terei mais muito tempo pra isso. Bem, situação atual, disparadora da compra dos livros (eu já tava com vontade de comprar fazia um bom tempo): amor novo, férias em julho (pela primeira vez remuneradas!!! Sem culpa!!!) com o namorado e com os filhos do namorado, vontade de agradar, vontade de me arrumar... = rombo nas contas, lambança total. E isso porque eu nem vou ao cabeleireiro, passo tonalizante, me depilo e faço a unha em casa. Comprei 3 calças jeans novas na ponta de estoque da TNG aqui perto, um casaquinho e 4 camisetas básicas de manga comprida; some-se a isso a lente de contato anual (uma pequena fortuna, mas vale porque a lente é muuuito melhor e as outras eu não agüento no olho), presentinhos para namorado e filhos, pronto.
Mas meus planos de cortar custos eu já tava fazendo faz tempo. O que está rolando agora é que estou dando início à minha pequena revolução pessoal. Adeus Uol, em breve (vou usar a senha da mamãe para ler as notícias e pesquisar nos arquivos da Folha – importante pras pesquisas acadêmicas sobre prisão, febem etc); adeus Speedy, olá Ajato (sem provedor!); adeus Banco Real e cartão Visa com anuidade; olá Santander e Cartão Free; e quem sabe adeus Telefonica e assinatura e olá alguma operadora sem assinatura e olá Skype plano Brasil 400 (já estou usando, 400 minutos por mês em ligações pra telefone fixo pro Brasil inteiro, por 3 meses sai 50 e poucos reais).
Agora preciso cobrir meu débito no cheque especial e passar, no mínimo, uns 06 meses sem comprar. Comecei uma poupancinha ridícula, mas comecei, e isso é o que importa.
Estou me sentindo mais dona do meu nariz.
Minha vida profissional tá começando a acontecer e de um jeito bastante diferente de antes, mais calmo, mais planejado e pensado. To ganhando pouco ainda, mas vendo que as coisas vão rolar, estão rolando, e que com mais tempo e investimento vai melhorar. E logo vou conseguir tomar conta de mim mesma sozinha, e aí vou poder pedir ajuda ou aceitar ajuda simplesmente porque é legal, mas não porque eu preciso, e quando precisar vou me sentir melhor. Mas já não me sinto tão mal, também, em ainda precisar (só me sinto um pouco mal, mas vejo que isso não é só uma opção minha).
Nesse momento ‘crescimento pessoal’ tão auto-ajuda, eu recorri, pela primeira vez, a um livro de auto-ajuda na minha vida. Calma, calma, não é ‘Você pode curar sua vida’, que eu ganhei de uma ex-amiga quando estava na UTI, sem noção, acho que ela realmente não me conhecia ou não leu o livro para saber o que estava me dando, mas na verdade acho que é mais a primeira opção mesmo, ela não me conhecia, nunca me conheceu. Bem, isso não importa, mas o livro que eu comprei é “Dinheiro, os segredos de quem tem” e um outro de finanças pessoais.
Brinco com o meu namorado que eu estou indo rumo ao meu primeiro milhão. É brincadeira porque não tenho essa pretensão, quero dizer, vou atrás de minha poupancinha e previdência privada sim, finalmente para alegria de meu pai. Mas comprei o livro porque 1) estudei com o autor na GV e conheço, fizemos trabalhos juntos, sei que é um cara sério, o Gustavo Cerbasi; 2) nunca fui super gastadora e mas também sempre ganhei merrecas, de modo que nunca me preocupei em economizar merreca. Ganho hoje aos 31 o mesmo que eu ganhava aos 25. Lógico, mudei de carreira, podia estar ganhando 15 paus por mês, fazendo escova no cabelo e talvez já com uma ponte de safena ou uma gastrite avançada. Porém, enfim, mudei de carreira então agora recomeço do zero, ganhando pouco. Mas agora percebi que ou começo a me organizar JÁ, ou não terei mais muito tempo pra isso. Bem, situação atual, disparadora da compra dos livros (eu já tava com vontade de comprar fazia um bom tempo): amor novo, férias em julho (pela primeira vez remuneradas!!! Sem culpa!!!) com o namorado e com os filhos do namorado, vontade de agradar, vontade de me arrumar... = rombo nas contas, lambança total. E isso porque eu nem vou ao cabeleireiro, passo tonalizante, me depilo e faço a unha em casa. Comprei 3 calças jeans novas na ponta de estoque da TNG aqui perto, um casaquinho e 4 camisetas básicas de manga comprida; some-se a isso a lente de contato anual (uma pequena fortuna, mas vale porque a lente é muuuito melhor e as outras eu não agüento no olho), presentinhos para namorado e filhos, pronto.
Mas meus planos de cortar custos eu já tava fazendo faz tempo. O que está rolando agora é que estou dando início à minha pequena revolução pessoal. Adeus Uol, em breve (vou usar a senha da mamãe para ler as notícias e pesquisar nos arquivos da Folha – importante pras pesquisas acadêmicas sobre prisão, febem etc); adeus Speedy, olá Ajato (sem provedor!); adeus Banco Real e cartão Visa com anuidade; olá Santander e Cartão Free; e quem sabe adeus Telefonica e assinatura e olá alguma operadora sem assinatura e olá Skype plano Brasil 400 (já estou usando, 400 minutos por mês em ligações pra telefone fixo pro Brasil inteiro, por 3 meses sai 50 e poucos reais).
Agora preciso cobrir meu débito no cheque especial e passar, no mínimo, uns 06 meses sem comprar. Comecei uma poupancinha ridícula, mas comecei, e isso é o que importa.
Estou me sentindo mais dona do meu nariz.
Mulheres
Vi agorinha uma entrevista da Luana Piovani naquele programa do João Doria Jr que passa domingo à noite, acho que na Rede TV.
Sempre fui com a cara dela, do mesmo jeito que vou com a cara da Ivete Sangalo. São mulheres mais ou menos da minha idade, bem resolvidas, que namoram, que transam, que gostam de se apaixonar, que gostam de viver, de dar risada, e que não são hipócritas, não ficam fingindo ser o que não são, cheias de papos pudicos tipo Eliana ou outras, são conscientes de sua beleza e sabem seduzir, mas sabem também que a vida vai muito além disso.
Enfim, gostei da entrevista dela (Luana). Achei uma pessoa sincera e apaixonada.
“Super me identifiquei”.
Sempre fui com a cara dela, do mesmo jeito que vou com a cara da Ivete Sangalo. São mulheres mais ou menos da minha idade, bem resolvidas, que namoram, que transam, que gostam de se apaixonar, que gostam de viver, de dar risada, e que não são hipócritas, não ficam fingindo ser o que não são, cheias de papos pudicos tipo Eliana ou outras, são conscientes de sua beleza e sabem seduzir, mas sabem também que a vida vai muito além disso.
Enfim, gostei da entrevista dela (Luana). Achei uma pessoa sincera e apaixonada.
“Super me identifiquei”.
18 agosto 2008
Futebol
Primeira vez que vou a um estádio de futebol na minha vida ver jogo de futebol. Vou não, fui.
Só tinha ido uma outra vez a um estádio (Morumbi), para ver o show do U2, ano retrasado, acho, sei lá, aquele show que teve.
Fui com o Linus (obrigada pelo convite!!!! legal!), vimos Palmeiras e Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, no estádio do Palestra Itália. Foi bem legal!
Teve um gol, depois de muitos e muitos chutes do Palmeiras ao gol e nada de entrar a bola.
O que achei legal e/ou realmente engraçado:
- a torcida organizada é realmente legal. não fossem as pancadarias e mortes que acontecem de vez em quando... é pena que o povo perca a cabeça. dão um puta estímulo pro time, pulam, fazem coreografia com camisetas, cantam o tempo todo, tem o bumbo marcando a cantoria, realmente legal à beça. fora as bandeironas que eles desenrolam durante o jogo, legal demais aquilo. um dia vou ficar embaixo de uma bandeirona daquelas. é contagiante. dá vontade de pular da numerada pro meio da galera.
- as pessoas aproveitam e simplesmente passam o jogo inteiro xingando. é o momento de xingar o bandeira e o juiz de 'viado' e 'filho da puta'; por vezes, xingam certo, mas por outras simplesmente porque ele deu um cartão amarelo que tava certo mesmo, mas tem que xingar sempre, pra não perder o hábito. xinga o jogador também, de vez em quando. é sensacional. engraçadíssimo, e aí podemos até nos empolgar e mandar um 'filho da puta!' sem saber exatamente por quê. está dentro do contexto, então não tem problema.
- e, lógico, todo mundo dá instruções aos jogadores de como fazer, 'Abre, abre!!!', 'porra, desce Capixaba!!!', 'passa a bola!!', "vai pra cima!!", etc.
enfim, adorei a experiência e quero repetir. qualquer hora dessas vou com meu namorado E e os rebentos assistir um jogo do São Paulo. acho que as crianças, se já não tiverem ido, ou mesmo se já tiverem, vão gostar.
depois posto as fotos, agora está tarde e amanhã acordo bem cedo e passo o dia fazendo treinamento (leia-se, trabalhando de graça) pra um seminário no qual ainda não sei se vou trabalhar porque, depois de um ano de elaboração do projeto, meses para liberar o dinheiro, marcar as datas, selecionar os monitores, ainda não conseguiram resolver o ridículo problema de nomenclatura jurídica para decidir se podem pagar 'monitores', já que no regimento só tem verba de pagamento de docentes para 'palestras, seminários e congressos'. incompetência é o mínimo que eu posso dizer sobre.
Só tinha ido uma outra vez a um estádio (Morumbi), para ver o show do U2, ano retrasado, acho, sei lá, aquele show que teve.
Fui com o Linus (obrigada pelo convite!!!! legal!), vimos Palmeiras e Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, no estádio do Palestra Itália. Foi bem legal!
Teve um gol, depois de muitos e muitos chutes do Palmeiras ao gol e nada de entrar a bola.
O que achei legal e/ou realmente engraçado:
- a torcida organizada é realmente legal. não fossem as pancadarias e mortes que acontecem de vez em quando... é pena que o povo perca a cabeça. dão um puta estímulo pro time, pulam, fazem coreografia com camisetas, cantam o tempo todo, tem o bumbo marcando a cantoria, realmente legal à beça. fora as bandeironas que eles desenrolam durante o jogo, legal demais aquilo. um dia vou ficar embaixo de uma bandeirona daquelas. é contagiante. dá vontade de pular da numerada pro meio da galera.
- as pessoas aproveitam e simplesmente passam o jogo inteiro xingando. é o momento de xingar o bandeira e o juiz de 'viado' e 'filho da puta'; por vezes, xingam certo, mas por outras simplesmente porque ele deu um cartão amarelo que tava certo mesmo, mas tem que xingar sempre, pra não perder o hábito. xinga o jogador também, de vez em quando. é sensacional. engraçadíssimo, e aí podemos até nos empolgar e mandar um 'filho da puta!' sem saber exatamente por quê. está dentro do contexto, então não tem problema.
- e, lógico, todo mundo dá instruções aos jogadores de como fazer, 'Abre, abre!!!', 'porra, desce Capixaba!!!', 'passa a bola!!', "vai pra cima!!", etc.
enfim, adorei a experiência e quero repetir. qualquer hora dessas vou com meu namorado E e os rebentos assistir um jogo do São Paulo. acho que as crianças, se já não tiverem ido, ou mesmo se já tiverem, vão gostar.
depois posto as fotos, agora está tarde e amanhã acordo bem cedo e passo o dia fazendo treinamento (leia-se, trabalhando de graça) pra um seminário no qual ainda não sei se vou trabalhar porque, depois de um ano de elaboração do projeto, meses para liberar o dinheiro, marcar as datas, selecionar os monitores, ainda não conseguiram resolver o ridículo problema de nomenclatura jurídica para decidir se podem pagar 'monitores', já que no regimento só tem verba de pagamento de docentes para 'palestras, seminários e congressos'. incompetência é o mínimo que eu posso dizer sobre.
04 agosto 2008
Seca de posts
Não é por falta de idéias, e sim por falta de tempo pra pensar sobre o que eu poderia, de fato, escrever.
Escrever sobre as dores e delícias de experimentar como é não pensar o tempo todo em mim mesma, o tempo todo fazer o que eu quero, na hora que eu quero. Sobre experimentar como é ter que prestar atenção no outro praticamente o tempo todo, e ter que aprender a administrar desejos e possibilidades, ensinar limites, estimular o lúdico.
Isso tem me consumido o tempo e energia que têm me faltado para simplesmente sentar aqui e postar.
Já estou postando, de fato.
Mas não tão a fins de descrever com detalhes a revolução pessoal que tenho vivido nos últimos tempos. O que posso dizer é que tudo está acontecendo com uma intensidade incrível, por vezes um pouco assustadora, mas muito gostosa.
De todo modo, ainda que com pouco tempo pra mim, mesmo assim posso dizer que estou aprendendo demais sobre mim ao ter que interagir, cuidar, observar outros.
Quanto mais cresço e amadureço, e aprendo, e conheço, mais eu quero. Quero ficar junto. Quero compartilhar, quero amar, quero viver, respirar, rir, chorar, brigar, fazer as pazes.
Duvidei muitas vezes que teria essa competência e que, um dia, seria capaz de estar realmente junto. Mas sou, sou capaz disso e de tantas coisas que estou praticamente, além de enamorada do meu amor, enamorada de mim mesma.
"- You make me want to be a better man.
-...That's maybe the best compliment of my life. "
Escrever sobre as dores e delícias de experimentar como é não pensar o tempo todo em mim mesma, o tempo todo fazer o que eu quero, na hora que eu quero. Sobre experimentar como é ter que prestar atenção no outro praticamente o tempo todo, e ter que aprender a administrar desejos e possibilidades, ensinar limites, estimular o lúdico.
Isso tem me consumido o tempo e energia que têm me faltado para simplesmente sentar aqui e postar.
Já estou postando, de fato.
Mas não tão a fins de descrever com detalhes a revolução pessoal que tenho vivido nos últimos tempos. O que posso dizer é que tudo está acontecendo com uma intensidade incrível, por vezes um pouco assustadora, mas muito gostosa.
De todo modo, ainda que com pouco tempo pra mim, mesmo assim posso dizer que estou aprendendo demais sobre mim ao ter que interagir, cuidar, observar outros.
Quanto mais cresço e amadureço, e aprendo, e conheço, mais eu quero. Quero ficar junto. Quero compartilhar, quero amar, quero viver, respirar, rir, chorar, brigar, fazer as pazes.
Duvidei muitas vezes que teria essa competência e que, um dia, seria capaz de estar realmente junto. Mas sou, sou capaz disso e de tantas coisas que estou praticamente, além de enamorada do meu amor, enamorada de mim mesma.
"- You make me want to be a better man.
-...That's maybe the best compliment of my life. "
16 julho 2008
Memórias
(acima, eu e meu irmão Linus embaixo de uma árvore que tinha no jardim. não sei as nossas idades nessa foto)meu namorado tem dois filhos pequenos: uma menina de 06 e um menino de 3,5.
estou apenas começando a conhecê-los, o namorado e os filhos, mas os encontros que tive com os rebentos até agora têm me provocado, além da natural paúra de não agradar, um saudosismo somado à curiosidade de saber como eu era quando criança e mais uma vontade de trazer todos os meus livros e brinquedos para apresentar aos dois.
isso dito, digo também que fui visitar meus pais no interior segunda-feira com meu pai já determinada a olhar alguns livros, quem sabe emprestar uns para meu namorado ler pra eles... fui fuçar na estante que era de meu avô e que um dia herdarei. achei coisas interessantes de que não lembrava, como um livro sobre os Gnomos super legal e lindo, todo ilustrado (sempre gostei de literatura de ficção e histórias fantásticas: já devorei O senhor dos anéis - 3 vol - umas 3 vezes cada, o mesmo se diga com todos os livros do Monteiro Lobato do Sítio do Pica-pau Amarelo, A História sem Fim e outros mais, um dia falo sobre isso), que ao que parece já está esgotado e é meio item de colecionador, entre outros livros que li e reli na minha infância.
fui olhar as fotos também, de quando era pequena.
achei algumas fofas (quer dizer, selecionei só as fofas, ahahaha).
Vou publicando devagarzinho... a qualidade está ruim porque tirei fotos das fotos com o meu celular.
(eu e meu pai. acabáramos de mudar pra casa nova, onde eles moram até hoje. as portas-janela não são mais de madeira, e sim de ferro. mas continua sendo uma casa adorável. muito sol durante o dia, muito gostoso acordar e abrir a porta para o jardim... sinto tanta falta disso! se a foto foi na casa nova, eu devia ter uns 5 anos. Mudamos pra lá e logo o Linus nasceu. Ele é 3,5 anos mais novo que eu... fiz essas contas)estou curtindo esse momento memória. quero mais.
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