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13 agosto 2009

Sensacional!!!

Dez drogas que vc não deveria usar ao dirigir! vi twitter @morfina.
Simplesmente hilário!!!

02 agosto 2009

eu, mim e eu mesma, parte 1

Não tenho parado em casa ultimamente. Depois de viajar para apresentar o trabalho em Brasília (só dois dias), depois de 13 dias de muito trabalho, tontura e uma certa tensão, no dia seguinte amanheci doente. O corpo entende, né. Ele aguenta até a hora que precisa, depois sucumbe. Assim foi. Resultado, na sexta, 17 de julho, eu já estava indo pra casa dos meus pais devidamente embarcada em um taxi que papi mandou de lá (chique no úrrrtimo). 

Passei a semana inteira mal, dormi muito, mas ainda precisava fazer um trabalho para a pós-graduação. Consegui começar a fazê-lo na quinta, 23. Meu objetivo era entregar o trabalho (já atrasado) na segunda seguinte (27). Deu certo, entreguei na terça 28 após falar com a Professora. Só ainda não sei o resultado (meda!). Voltei pra SP no domingo (dia 26) e na segunda já estava embarcando novamente pra Brasilia, contrariando ordens médicas (uau, sinto-me super aventureira, mas realmente não tive nada demais, só uma sinusite e uma suspeita não confirmada de infecção urinária), para trabalhar.

A semana em Brasília foi ótima, embora com uma ou duas noites de sono ruim devido à secura do ar. Mas mudei minha relação com a cidade - céu sempre azul, tempo sempre quente, arborizada, horizonte sempre visível. Entendi o tal negócio das super quadras, atravessei a ponte sobre o lago sul, conheci um jardim interno LINDO  de Burle Marx no terceiro andar do prédio do Ministério da Justiça, almocei com uma amiga querida, joguei sinuca com meu anfitrião, bati papo até de madrugada, fiz o tour pelo Congresso Nacional (vale a pena! é legal!) e ainda trabalhei (risos), com direito a ótimos feedbacks do Contratante; peguei montes de publicações grátis do MJ (mala voltou pesadaaaaaaaa!). Atingi meu objetivo de trabalho (fiz o planejamento que queria e entreguei) e até comprei um sapato preto melhor ainda do que queria/precisava, muuuito macio, de pelica, confortááável apesar do bico fino, a um preço difícil de achar, considerando a qualidade.

O toque final foi ganhar um pote inesperado de doce de cupuaçu que vou abrir daqui a pouco.

Esse post continua.

eu, mim e eu mesma, parte 2

Até agora parece que o título do post não diz muito, especialmente se considerarmos que nesse blog eu só falo basicamente sobre mim mesma; então, o que há de novo?

Bem, na volta de Brasília tentei controlar a minha vontade de comprar um livro no aeroporto. Não queria comprar revistas (já tinha comprado da outra vez), e sim algo leve para ler no avião, mas que não ficasse obsoleto na semana seguinte (=revista). Cheguei a botar o livro de volta na prateleira, mas resolvi comprar Comer,rezar,amar. Best seller, 'tipos' 4 milhões de livros vendidos. Logo logo deve virar filme, eu faria uma trilogia, um por ano. 

Podem chamar de livro de mulherzinha, livro de auto-ajuda, eu chamo de livro inspirador. Aliás, preciso retomar outro best seller, Mulheres que correm com os lobos, que ainda não acabei. E curiosamente minha mãe me deu esses dias um livro de presente que se chama 'como escalar montanhas de salto alto'. 

Voltando pro titulo do post, e já já faço as conexões com tudo, tenham paciência, o fato é que ultimamente tenho me focado muito em mim mesma, mas muito mesmo. Este semestre gastei bastante (ganhei melhor) com maquiagem, e agora no final do mês dei uma leve e absolutamente inadequada chutada de pau da barraca comprando sapatos e duas carteiras em Brasília (tudo 'barratinha', Renner, C&A e uma loja de sapatos em promoção -  mas juntando dá uma grana) e uma bolsa (achei hoje no novo 'xyzcenter' na av. Paulista, uma legítima chanel madeinchina, danem-se as corporações, e putz, na hora não consegui pensar nos escravos chineses ganhando centavos de dólar por hora, nem sempre consigo me lembrar), tudo exatamente como eu queria/imaginava. A chutada foi inadequada porque eu devia estar gastando MENOS, já que meu salário vai cair pela METADE, mas resolvi conscientemente não me controlar. Eu tinha desejos/necessidades específicos que consegui realizar por bons preços (pesquisei muito antes de comprar) e posso dizer que, se não comprei somente o que eu já queria/precisava faz tempo, não passei tanto assim do limite.

Para não cansar o leitor, continua.

eu, mim e eu mesma, parte 3

Bem, acho que agora é a hora de linkar as informações sobre farra de compras + viagem pra Brasília + semana doente com o título do post. 

Como disse, ando prestando muita atenção a mim mesma ultimamente. Estou definitivamente num movimento de auto-valorização que já dura meses (talvez mais de um ano), querendo estar sempre bonita e arrumada, até mesmo em casa. Outro dia, já melhorando da sinusite, eu me olhei no espelho e tava tão acabadinha que resolvi passar uma maquiagem ultra-básica (corretivo, blush e batom) pra levantar o astral. Pra ficar em casa. Sozinha. 

Esse movimento inclui usar roupas bonitas (mas não necessariamente novas, roupa mesmo praticamente não comprei recentemente, já falei sobre isso aqui), aprender a explorar o guarda-roupa, descobrir novas combinações, e valorizar os meus pontos fortes. Já houve uma época em que eu não gostava de ser assediada pela minha beleza ou charme, sei lá, ficava puta da vida. Hoje em dia, às vezes gosto e, se eu não gostar, já não ligo mais (exceto se for um assédio do tipo ruim, invasivo). Não preciso mais usar óculos de aro grosso para provar que sou inteligente. 

Isso tudo tem a ver com uma busca do feminino, que se conecta afinal com o livro que comprei, Comer, Rezar, Amar, e com os outros dois ainda por ler. Que se conecta com a minha busca por um equilíbrio. Isso tudo resulta na minha imensa vontade de fazer tudo: ser uma profissional competente, estar bonita, saber cozinhar (isso me deu um poder! agora sinto que finalmente posso ser mãe! eu posso cozinhar!!!), e exercitar o meu lado místico sem achar isso bobo ou fútil. 

É difícil e ao mesmo tempo encantador. O bom é não colocar peso nisso. De tudo isso que quero ser/fazer, a única coisa mais pesada é trabalho. O resto é puro prazer, e por isso não preciso acertar. Não tem problema eu errar no omelete, que infelizmente não ficou fofo como eu gostaria, não tem problema errar na maquiagem, é só tirar com demaquilante, não tem problema sair de vez em quando com uma combinação que não deu lá muito certo.  O importante é tentar. Isso aprendi com meu namorado, que improvisa em dança e culinária.

Esse livro, Comer Rezar Amar, me despertou tantos insights. Coisas que já estavam aqui guardadas.... Minha decisão de voltar a meditar.... de dar um tempo no 'Samsarão', como a gente chama no Budismo quando, de vez em quando, entramos naquele pique de balada toda semana, compras, comer pra caramba, sabe como é? Este semestre pra mim foi 'Samsarão' total, mas especial e principalmente por conta de trabalho. Trabalhei até o limite das minhas energias - felizmente, até agora parece que tá compensando, só falta sair a nota do último trabalho da pós. Para compensar o estresse, comi e bebi tudo que eu quis, nem sei como não engordei (nem um pouquinho!).

Agora, até considerando a falta iminente de dinheiro, preciso diminuir o ritmo (mas não muito - na verdade, vou diminuir de qualquer jeito, pois terei 4 horas a menos de atividade fixa semanal). E (pode parecer piada), preciso me concentrar (ainda mais) em mim mesma. No meu equilíbrio. No meu bem-estar. Meu corpo cobrou o preço por tanto trabalho, fiquei doente e já andava tendo tonturas frequentes desde maio. Elas deram uma trégua durante a semana de doença mas voltaram na quinta passada, em Brasília. Preciso ir ao oftalmologista, mastologista (sim, maldito historico familiar, eu faço mamografia todo ano desde os 30), ginecologista, otorrinolaringolista e depois voltar no raio do urologista que quer enfiar um tubo e olhar dentro da minha uretra (legaaaal, heim?!!). 

Quero voltar a meditar ou fazer ioga, ou os dois. Quero ter um tempo, toda semana, quem sabe até todo dia, para cuidar do meu bem-estar físico e espiritual. Não da roupa, não da maquiagem, isso já está cuidado, já está incorporado à rotina. A alimentação saudável também. Quero deixar meu corpinho são na minha mente sã. Não para os outros, mas para mim. Só para mim.

08 julho 2009

Bem vindos, colegas!!!

Aos caros e cara colegas de co-autoria de Blônicas 2, a vez dos leitores, SEJAM BEM VINDOS!!!

Prometo fazer uma visita a todos assim que tiver um tempinho; estou com um prazo de trabalho esgotando e muito o que fazer.

Adorei conhecê-los pessoalmente! Voltem sempre!!!

Beijos!

RIP

Não, não é pra falar do MJ que eu estou aqui. É pra falar de como alegrias e tristezas acontecem na vida, às vezes, ao mesmo tempo, sem avisar.

Ontem foi a delícia do lançamento do livro do Blônicas - veja post logo abaixo. Conhecer alguns dos co-autores foi ótimo, o Nelson Botter é uma simpatia e puxa, nos proporcionou essa possibilidade incrível de publicar, meus amigos queridos estavam lá.... Me fez esquecer dos problemas, me deixou leve, dei risada, bebi, uma delícia, enfim. Acordei leve e feliz, pronta para encarar os próximos dias de trabalho árduo (prazo de relatório se aproximando, reunião dia 16 em Brasília, crescer é uma delícia mas também é responsa, dá um medão).

Junto com tanta alegria, uma notícia muito, muito triste, que ainda não consegui processar, e talvez ainda leve um bom tempo (costumo ter dificuldade para processar essas notícias): a Tê, querida quase-minha-segunda-mãe, sobre quem falei especialmente aqui, e também aqui e aqui (clique em cima dos 'aqui' para acessar os posts), foi-se embora ontem, depois de muitos anos de luta contra muitas coisas. Não posso ir ao enterro, queria e precisava estar lá para viver este luto e estar com meus pais, com a família dela, com quem continuamos convivendo e nos relacionando esses anos todos. Minha mãe havia me dito que ela estava mal, que eu devia telefonar: marquei na agenda e esqueci. Achei que haveria tempo para isso quando eu fosse, daqui a uma ou duas semanas, passar uns dias por lá, fazer uma visita pessoalmente. Não deu tempo. A vida não espera a gente se organizar para acontecer.

Quero depois fazer um post especial sobre ela e colocar uma linda foto que tirei há alguns anos, logo antes de ir embora de minha cidade natal. Por enquanto, fico de luto quase escondido, esperando a hora certa em que eu permitirei que ele aconteça. 

28 junho 2009

Lançamento - Blônicas 2 - A vez dos leitores


Minha crônica está lá!!! Todos estão convidados!!! 

Goffredo

O Prof. Goffredo Telles Junior faleceu ontem. Infelizmente só agora vi a notícia na internet, senão teria passado na Faculdade para o velório.

Eu não fui aluna dele nem tinha convivência com ele. Mas uma vez, acho que em 1999 ou 2000, quando meu então namorado fazia parte de uma turma de alunos que estudava Filosofia do Direito me convidou, fui ao apartamento de Goffredo para uma conversa. Já velhinho, aposentado, ele recebia os alunos em seu apartamento, onde funcionava também seu escritório, para conversas durante a tarde. 

Goffredo escreveu um livro bonito chamado A Folha Dobrada, de memórias. Comecei a lê-lo quando namorava esse então namorado.  Uma delícia de leitura, não só para quem gosta de Direito, mas também para quem quer saber um pouco do que foi o movimento da Semana de Arte Moderna de 1922. Goffredo tinha e fez história. Filho de Goffredo Teixeira da Silva Telles, poeta da Academia Paulista de Letras, advogado, agricultor e ex-prefeito de São Paulo - responsável pela construção do Parque do Ibirapuera, e de Carolina Penteado da Silva Telles (filha de Olivia Guedes Penteado).

Olívia merece, em suas memórias, lugar de destaque. Mecenas, era em sua casa que se reuniam artistas como Tarsila do Amaral, Mario de Andrade e outros participantes da Semana de 22. Goffredo teve aulas de piano simplesmente com... Villa Lobos! 

Mas sua história não se resume à história de seus pais e avós. Ele fez história no Direito, no Largo de São Francisco, no Brasil, ao participar da Revolução Constitucionalista de 1932 e ter um papel importante na resistência à Ditadura Militar, ocasião em que já era Professor da Faculdade de Direito e escreveu a Carta aos Brasileiros.

"De acordo com sua filha, Olívia Raposo da Silva Telles, 37, o advogado "morreu de velhice, como um passarinho". É como eu gostaria de morrer.

Quem quiser saber mais sobre o Professor Goffredo pode fazer uma visita ao seu site ou então ler o livro A Folha Dobrada. Recomendo.

08 junho 2009

Nhé

Espero que seja a TPM, porque to achando hoje que tudo vai dar errado e que eu serei uma fracassada. Sem emprego, sem dinheiro e sem poder ter filhos porque não terei como sustentá-los. Já tenho 32 anos e zero estabilidade para poder criar um filho.
Tem horas que eu realmente queria muito, muito, muito mesmo ter um marido rico.
Acabei de ser novamente rebaixada para 4 horas semanais na faculdade onde dou aula (previsível, já que há uma inflação de professores da minha matéria e o professor que havia me passado as 4 aulas extras que melhoraram substancialmente o meu salário este semestre voltou do 'estrangeiro'). Previsível, mas triste.
Medo de dar tudo errado. medomedomedomedo. Onde está meu guru da auto-estima nesse momento para me dizer que tudo vai dar certo que eu sou ótima maravilhosa inteligente e capaz?
Ainda bem que, apesar de até ter gastado bem nos últimos meses (putz, e não é que gastei bastante com livros tb? só livro para trabalhar, estudar, nada para me divertir, não esquecendo também que desde fevereiro estou fazendo depósitos mensais na previdencia privada), não fiz nenhuma dívida para o segundo semestre (não tenho 'prestações' pendentes, ufa!, comprei tudo à vista ou no máximo em 3 vezes) e continuei com o meu plano de corte de custos, ou seja, adeus telefonica e speedy e assinatura caríssimos, oi NET fone sem mensalidade, oi Skype plano Brasil 400, oi TV que eu não preciso ficar segurando a antena e apertando a ponta com o dedo para assistir (TV digital - risos). A não renovação das 4 horas aulas extras me leva a concluir o resto do corte de custos com telefonia e internet que é, finalmente, cancelar o UOL, e reapertar todo o cinto de despesas novamente. Talvez minha sonhada viagem para Argentina em dezembro e janeiro (em janeiro queria estudar) vá por água abaixo. E ainda não pago meu seguro saúde e meu condomínio, porque o salário não dá.
O que eu queria mesmo era ter um superego menos filhodaputa.

23 maio 2009

Ai, não resisti

Ok, eu estava resistindo bravamente à vontade de comprar coisas (roupas) porque tinha chegado à conclusão de que eu realmente já tinha demais.
Nos últimos meses (sem contar os presentes que mami generosamente me ofertou em uma ida altamente interessante à Luigi Bertolli, durante a qual renovei meu guarda-roupas profissional com 5 peças bem escolhidas), só comprei alguns (poucos, 5, 6?) itens de maquiagem ao custo individual de, no máximo, 10 reais (alguns por 4, 5 reais). E duas echarpes na C&A, porque eu uso direto lenços e echarpes, especialmente quando começa a esfriar: estou usando pra caramba, foram boas aquisições.
Massssssssssssssss.................... semana passada teve feira da Vila Pompéia. Sempre compro roupas, bolsas e outros itens interessantíssimos lá. E faz alguns anos que fico de olho na feira só esperando a vinda de Faetusa e suas roupas lindas, únicas, femininas (mas não fofas), feitas com alma e delicadeza (a gente vê isso só de olhar pra roupa). Das duas vezes anteriores (teve um ano que perdi a feira), comprei um vestido incrível, longo, para ocasiões especiais, uma blusa, uma saia linda e uma calça gostosa. Tudo de malha, com um bom gosto na mistura de tecidos e estampas que é realmente de babar. E tudo que eu compro dela eu uso pra caramba.
Este ano eu estava frustradíssima por não poder ir: fui para o interior dar um curso sábado e domingo e ia perder a feira. Eu até pedi para Faetusa me mandar os preços de algumas roupas (veja as criações dela aqui) para que ela pudesse me trazer, mas não tive tempo de parar para selecionar. Frustração total. :(
Mas como o universo anda me ajudando (nesse caso, me ajudando a gastar por conta da grana que eu ainda vou receber pelo sacrifício - mesmo - que foi dar esse curso!!!! ahahahahahaha), cancelaram a prova que eu aplicaria na parte da tarde e pude voltar mais cedo para SP.
Lembrei-me da feira porque uma amiga que eu queria encontrar no domingo comentou que viria.... eu até já tinha me esquecido da Faetusa !
Nossa, valeu tanto a ida! Além de dois vestidos lindos (sendo um preto com renda nas costas chique, chique, tipo 'cocktail dress'), comprei uma blusa interessantíssima, tô louca pra estrear, pena que ainda não tive oportunidade (não saio mais de casa!!! só transito entre universidades, meu computador, meu carro, só estudo e trabalho!!!!!! tá osso, como diz minha amiga Ana).
E mais que isso, pude conversar com a Faetusa sobre várias coisas, o papo foi uma delícia, e com a Pri, que faz acessórios (pirei nos colares, levei um lindo que usei esses dias na faculdade e várias alunas perguntaram e pediram pra olhar, ficou ótimo com uma blusa preta e aquela calça verde que eu comprei por R$10,00 no brechó) e estuda psicologia e vários temas que me interessam, relacionados com criança e adolescente.
Valeu a grana gasta e eu mereço cada pedacinho de tecido porque esse ano "eu tô ralando paracaralho!!!!" E tenho dito (mas minha resolução de não comprar mais roupas continua ahahahahahaha).

24 abril 2009

Triste, mas verdadeiro

Essa lista circula há um certo tempo na internet. Acho machista pra caramba, mas sempre acabo dando risada. Toda piada é politicamente incorreta, não? Só rindo pra não chorar mesmo, porque infelizmente, essa lista reflete bem a nossa sociedade brasileira machista.

Cão: o melhor amigo do homem.
Cadela: puta.

Aventureiro: Ousado, valente.
Aventureira: Puta.

Ambicioso: visionário, enérgico, com metas.
Ambiciosa: puta.

Vagabundo: homem que possui grande quantidade de tempo livre.
Vagabunda: puta.

Um qualquer: fulano, beltrano, ciclano.
Uma qualquer: puta.

Touro: forte, valente.
Vaca: puta.

Biscateiro: Trabalhador sem emprego fixo.
Biscateira: Puta.

Homem público: personagem proeminente ou funcionário público.
Mulher pública: puta.

Homem da vida: de grande experiência.
Mulher da vida: puta.

O Xuxa: medalhista olímpico de natação.
A Xuxa: puta.

Lula, FHC e Bush: políticos .
As mães deles: putas.

Ele: filho da puta.
Mãe dele: Puta.

Puto: garoto português ou homem com raiva, irritado.
Puta: puta.

28 março 2009

Sobre a Daslu

Acho que prisão resolve muito pouca coisa. Procuro evitar o sentimento revanchista de esquerda que busca criminalizar os poderosos para se vingar da criminalização dos pobres. Portanto, e também por conhecer algumas obras de psicossociologia criminal, como Estigma e Asylums, de Goffman, acho que, mesmo que a dona da Daslu ficasse mesmo presa, jamais seria socialmente considerada, de fato, como criminosa: o estigma simplesmente não a atinge, seja porque os seus pares e toda a sociedade não o aceita, seja porque ela mesma também não introjeta o rótulo de criminosa.
O que não significa que eu não ache que sonegação fiscal, e não só no caso dela, mas no caso de todos os sonegadores, não mereça punições pesadas. E acho que o melhor jeito de punir esse tipo de delito é simplesmente mexendo onde mais dói para essas pessoas (aliás, para todas as pessoas, não?): no bolso. Multas pesadas, além de pagar o dinheiro sonegado em dobro. Que tal, em vez de prisão, uma multa pesada? E se a empresária ficasse sem grana para pagar a empregada doméstica ou a escova 2 x semana no W... Ou se o grande empresário precisasse almoçar no quilão porque o Fasano ou o DOM não cabem mais no seu bolso?
E que ninguém me diga que eu sou partidária do direito penal mínimo para os ricos e para os pobres não. Acho que grande parte dos delitos de massa poderia receber penas diferentes da prisão e outras alternativas despenalizadoras, reservando-a para os casos realmente graves e complicados. Acho que, assim como o sonegador fiscal tem extinta a punibilidade quando paga ou parcela o tributo devido antes da denúncia, o furtador, só pra começar, também deveria ter extinta a punibilidade quando devolvesse o objeto do furto ou reparasse o dano antes da denúncia.
Hoje em dia, como o furto tem pena máxima de 04 anos, não entra na lei 9099/95 e portanto o acusado não pode conciliar antes da denúncia. Ou seja, a conduta é parecida: um furta fisicamente, o outro sonega imposto ('furta' dos cofres publicos). Mas o sonegador, tipicamente de classe média para cima, tem benesses legais, e o furtador, que quase sempre é um pobre coitado, tem que cumprir pena.
Muito justo...

24 março 2009

Eu finalmente entendi...

porque é que precisa colocar o raio da poltrona do avião na posição vertical:
Esses dias eu peguei um avião da companhia aérea Trip, de Londrina para Campo Grande, caindo aos pedaços.
Quando o avião foi decolar, percebi que a minha poltrona não ficava na posição vertical. Tentei várias vezes e nada.
O avião decolou e depois pousou, e nada da poltrona sair do lugar. Não foi nada bom. Quando o avião acelerava, a poltrona baixava ainda mais. Achei bem desconfortável, mas não achei que teria nenhuma consequência.
No dia seguinte, pela manhã, acordei com uma dor no pescoço esquisita. Atribuí a dor ao travesseiro do hotel e à cama esquisita , que estava forte e me acompanhou o dia todo.
No dia seguinte ao seguinte, a dor continuou. Achei muito estranho, fiquei analisando, analisando, pensando, pensando, tomei um dorflex durante o dia, outro para dormir à noite, e só no terceiro dia a ficha caiu: foi a droga da poltrona do avião velho.
Por isso, quem nunca entendeu por que que precisa subir o encosto da poltrona, porque afinal a inclinação é super pouquinha, saiba que vc pode ter uma puta dor no pescoço de brinde se não obedecer às normas de segurança.

02 fevereiro 2009

Fracassionismo

É incrível.
Para meus pais, só existe um meio de ser feliz no universo: o emprego público. Nada mais é bom.
Quando contei para meu pai que seria consultora do Governo Federal e das Nações Unidas, ele me disse: 'muito bom, mas isso atrapalha seus planos de estabilidade' (leia-se, os planos dele para minha estabilidade, leia-se: concurso público).
E eu me pergunto: o que eu preciso para ser boa o suficiente? Consultora das Galáxias Unidas? De Deus, quem sabe?

Ah, também não é suficiente eu fazer mestrado e doutorado numa das melhores Universidades do país, e ter sido aprovada, no final do ano passado, num concurso para professora em outra das melhores Universidades do país, etc.

Na maior das boas intenções, eu sei, a única coisa que conseguem visualizar como boa para mim é passar no concurso público. Não que eu não queira, eu quero. Quero sim. Mas já tentei antes, num momento não bom pra mim, e não passei.
Daí, fui pra UTI, etc, etc, entrei no mestrado e desde então eu tenho sido feliz: feliz no trabalho, feliz em minha vida pessoal. Não entendo como eles não conseguem perceber a nítida diferença entre a Emilia de antes e depois do ingresso no mestrado. Isso vindo de um pai e uma mãe que são professores, vejam bem.

E aí tem a parte do fracassionismo também. O fracassionismo diz que eu não vou dar conta de nada, nunca. Entrou no mestrado, que bom! Olha, larga esse trabalho que vc tá fazendo porque vc não vai dar conta de trabalhar e escrever o seu mestrado. Vc vai perder o seu mestrado. Seu pai paga o seu salário para vc parar de trabalhar e escrever o seu mestrado (certo. e querem que eu seja independente como mesmo, cara pálida? ah, claro, depois do mestrado vem concurso público).

Agora que eu já terminei o mestrado e consegui um emprego como professora, agora que tudo que eu plantei esses últimos anos está dando frutos, e que acabo de ingressar no Doutorado e consegui essa consultoria, agora o discurso da vez é: vc vai perder o seu emprego, porque vc não vai dar conta de fazer tudo isso. Vc está arriscando seu emprego, o único que vc tem. Vc não pode pegar essa consultoria porque vc não vai dar conta.

E aí, depois, sempre vem a seguinte parte: "eu não vou falar mais nada porque vc é muito teimosa mesmo, não ouve a gente". É sempre a mesma ladainha.... Porque é que eu ainda perco o meu tempo com isso? Eu devia achar é engraçado, mas no fundo no fundo eles conseguem me fazer ficar com medo, toda vez. Eu preciso me lembrar desse post toda vez que isso se repetir.

Eu não posso me deixar contaminar por esse medo ancestral, ecaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Fala sério, como é que uma pessoa pode vencer na vida com um pai e uma mãe dizendo o tempo todo que vc não vai dar conta das tarefas que se propõe a fazer? Eu sei que dá. Eu sei que dá.

Felizmente, tenho pessoas iluminadas na minha vida que têm me dado força para superar tudo isso. Felizmente, meus próprios pais talvez se dêem conta intimamente e por isso meu pai me pagou já uns 7 anos de terapia. Felizmente, eu tenho feito acupuntura sempre que estou no limite
Mas juro, me dá uma raiva. Preciso muito voltar a meditar.

Vou acrescentar um novo mantra para 2009, agora são dois: tenho roupas demais (com a variante 'não preciso mais comprar nenhuma roupa este ano') e eu sou capaz, eu sou capaz, eu sou capaz, eu sou capaz, eu sou capaz, eu sou capaz, até a exaustão.

27 janeiro 2009

Me livrando dos excessos

Assim mesmo, com próclise inadequada (próclise ainda tem acento?), anuncio, em alto e bom tom, o óbvio ululante: tenho roupas demais!!!
Ante a uma possível mudança de casa [ou não, pois nada está decidido e, sinceramente, não me importo mais... estarei bem onde estiver; um amigo lembrou-me, sabiamente, que o que importa é a mudança dentro de si, e esta já (está) aconteceu-endo]; num momento em que, concluída uma etapa importante de minha vida profissional e pessoal, em que plantei, cultivei, e ingressando no momento da colheita (mas já preparando a terra para novos plantios), resolvo:
preciso livrar-me dos excessos!!!
do excesso de papel,
do excesso de roupas,
do excesso de documentos inúteis, de anotações que nunca irei reler,
do excesso de culpa pelas interpelações idiotas em brigas familiares.
E olho, e olho, e fuço, e reorganizo, e chego à conclusão de que ainda tenho muito!!!
Tenho muito mais roupas do que posso usar. Muitas não uso porque não lembro que existem. Outro dia me peguei tendo comprado duas calças verdes em um intervalo de 2 meses! Duas calças verdes!!! Pra que isso tudo??? Ok, foram pechinchas, as duas saíram por 75 reais, se tanto, sendo uma no brechó por R$ 10,00 (mas o conserto saiu mais R$ 15,00 = R$ 25,00) e a outra na ponta de estoque por R$ 40,00, com mais R$ 10,00 de conserto (=R$ 50,00). Mas, pergunto, quem precisa de duas calças verdes pra trabalhar????
Estou organizando um dia de troca de roupas com muitas amigas. Mas sinceramente, me dá até medo pensar em trazer mais roupas pra casa. Já tenho demais!!! O que eu não trocar, vou doar.
E mesmo assim ainda há roupas que têm valor sentimental, de que gosto muito... e que não consigo dar, embora não as use há anos. Mas considerando que já separei entre 30 e 40 peças de roupa para doação, acho que posso me conceder tal indulgência...
Guardo muito mais documentos e papéis do que seria preciso.

Guardo por medo, por medo e apego. Medo que clientes me procurem (mas estou contatando-os e pedindo que retirem documentos de ações findas ou não ajuizadas), medo de precisar depois e não poder consultar. Medo de precisar justo daquela petição para preparar uma aula para meus alunos.
Tenho também apego - ligado ao medo. Acho que um dia vou querer ler aquilo novamente, vou querer pregar aquelas fotos de mini-calendário na parede.
Guardo cadernos da Faculdade que nunca irei usar: mas tenho medo de precisar e não tê-los mais... tolice.
Tenho muita raiva por coisas idiotas
Por orgulho, por ganância, por birra, por um monte de razões.
Preciso me livrar disso também.

Este ano, não fiz resoluções no dia 31, mas faço-a agora, uma só (sei lá, no Ano Novo Chinês? estarei mais conectada com o Oriente??? quanta bobagem...): em 2009, quero me livrar dos excessos. E viver uma vida mais simples.

Há ainda muitos a se livrar, bem mais difíceis do que fazer uma 'limpa' rápida no armário ou nos documentos.
- o excesso de culpa por tudo;
- o excesso de preguiça (já comecei a caminhar e seguir um programa de iniciação à corrida);
- o excesso de perfeccionismo (pode parecer coisa de gente que está se auto-elogiando, mas perfeccionismo demais é paralisante, uma merda, a gente não anda pra frente, fica patinando que nem carro no atoleiro);
-o excesso de gastos inúteis (aprender a poupar é uma meta importante para este ano!): por exemplo, não preciso de mais roupas este ano!!!! Nenhumazinha a mais do que eu tenho! Tudo que eu comprar, será excesso... só excluo dessa lista as calcinhas... porque calcinha acaba. Mas já comprei na liquidação da Niko o suficiente pro ano inteiro.

Se eu conseguir deixar essas bagagens aí em cima na estação, na hora que eu for pegar o trem, mesmo que seja só uma valise de mão de cada uma, putz, já vai ser um grande avanço, um bem pra mim e pra todos que me cercam!

Por um 2009 livre de excessos!!!!

28 dezembro 2008

um conto de passarinhos paulistano (ou um balde de água fria)

Hoje é 27 para 28 de dezembro, muita gente viajou, e a cidade está quieta. Quase todos os prédios estão com quase todas ou todas as janelas apagadas (meus vizinhos notívagos viajaram). Aqui e acolá passa um playboy derrapando os pneus de sábado à noite; ambulância, até agora, nenhuma ouvi.
Choveu uma chuvinha fina o dia todo; saí por volta das 20h30, quase não havia carros. Supermercado vazio (mas também não havia ofertas).
Agora, todavia, são quase duas da manhã e uma sinfonia de passarinhos canta na minha janela. Sabiá, será? Daqueles pássaros noturnos que cantam de madrugada no verão, para desespero de quem se deita às 4 e acorda ao meio-dia. Quase consigo ouvir sapos e grilos também, incrível.
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Ledo engano (coisas de cidade grande): meus bucólicos passarinhos, com direito a sapo e grilos, não passavam de alarme de carro disparado.... acho que preciso consultar um otorrinolaringologista (ou seria melhor um poeta realista?)

27 dezembro 2008

22 dezembro 2008

Pequena história sobre a generosidade humana

Tive que ir, no último mês, diversas vezes à Nossa Caixa, na tentativa de resolver um probleminha que andava meio complicado. Em todas essas vezes, quem me ajudou foi uma caixa, de nome Juliana, que foi muito atenciosa e simpática, não obstante a chatice da coisinha que eu tinha pra resolver.
Esta semana passada fui novamente, e fui direto a ela para tentar botar um ponto final na 'questã'. Bem, lógico que assim que eu cheguei o sistema caiu, aquelas coisas. Pacientemente, fui almoçar no restaurante da esquina e, quando voltei, notei que ela chorara. Depois, achei que tinha me enganado e que ela devia simplesmente estar gripada (mas não parecia gripada antes do meu almoço. estranho. devia ser o ar condicionado, pensei).
Meia hora de chá de cadeira na fila por conta de uma senhorinha que pagou o INSS errado ou achava que tinha pago errado e fez a coitada da moça refazer todo o trabalho, e quando cheguei ao caixa comentei com a Juliana: "nossa, vc está resfriada, que chato, heim"? E aí ela me respondeu: "não, eu estava chorando mesmo quando vc chegou".
Aí ela me contou a seguinte historieta: um pouco antes de eu retornar ao banco, ela tinha sido enrolada por uma boliviana, que tinha lhe passado um golpe, daqueles que a pessoa enrola, faz uma puta confusão com o troco, diz que te deu 2000 quando te deu 1000, no fim vc dá o troco de 600 e ainda fica confuso; assim que a pessoa vai embora, vc percebe que foi enganado, e se sente um bosta (taxistas cariocas são experts nesse tipo de expediente, fique esperto por lá).
No caso da moça, o preju foi de 380 pilas e, além de se sentir uma bosta - caixa experiente sendo enganada assim desse jeito - como todo proletário ela ia ter que pagar "do seu póprio bolso".
Um homem que tinha assistido todo o rolo, vai saber lá porque não interrompeu antes de ela ser enganada, ou talvez não pudesse fazer nada, nessas horas a gente nunca sabe bem como agir, ficou compadecido da situação da Juliana. Deve ser um homem bem de vida, com dinheiro sobrando, pois não teve dúvidas: sacou os trezentoseoitentinha da sua conta e deu a Juliana para repor o preju no caixa. E Juliana, que já estava nervosa, caiu no choro.
Não sei se ele queria convidá-la pra sair, não sei se ele é o Papai Noel ou o anjo da guarda dela que por acaso estava passando por lá; não sei se ele daria os 380 pruma mãe com 3 filhos passando fome na rua, não sei. Mas achei que valia a pena contar a história por aqui.
Eu poderia até chamar essa historieta de conto de Natal; chamei como chamei porque acho que generosidade a gente tem que praticar o ano inteiro, a vida inteira.

09 dezembro 2008

Obsessões

As minhas obsessões do momento são absolutamente fúteis e ainda estou tentando entender qual o lugar delas nesse momento (preguiça intelectual?). Sim, eu gosto de maquiagem, de me enfeitar, gostaria de ser mais magra e seguro meus ímpetos consumistas para não ficar endividada e também pensando na sustentabilidade do planeta.
Ontem descobri que, segundo o WWF, eu tenho uma pegada ecológica bem pesada. Digamos que seriam necessárias 3 Terras para suportar o estilo de vida que eu levo, se todos fizessem o que eu faço: comer carne mais de 2 vezes por semana, ter carro, tomar banhos de mais de 20 minutos, morar em uma cidade com mais de 500 mil habitantes etc.
Isso porque eu consumo produtos orgânicos, tenho trocado as minhas lâmpadas por aquelas econômicas, separo meu lixo (fui eu que implantei, junto com outros moradores, a coleta seletiva aqui no prédio. querer que faça compostagem de lixo num apartamento é um pouco demais, não?) e que eu investiria sim em energia solar se morasse numa casa, o que não vai rolar num futuro tão próximo, imagino.
Me cobro mais coerência. Porém, talvez esse interesse por futilidades sirva pra compensar a tensão que me dá quando penso "porque diabos eu fui me meter a estudar e trabalhar com crime e criminalidade?" Porque não é nada leve, nada leve.
Ontem fiquei assistindo no Youtube alguns vídeos sobre as penitenciárias que (se tudo correr conforme as conformidades) conhecerei em breve, e me deu uma sensação de que talvez o meu trabalho não vá ter utilidade alguma por lá. Como enfrentar uma lógica exclusivamente punitiva, que treina agentes de segurança penitenciários como se estivessem indo pra guerra? Como falar em reintegração social nesse contexto???? Como pensar em trabalho em rede com famílias?
Ao mesmo tempo, não vejo a hora de começar. Acho que o que me move são mesmo os desafios. Deve ser por isso que estou com preguiça intelectual e fico obcecada lendo blogs sobre maquiagem ao invés de estudar pro concurso ou escrever um artigo. Ou não, talvez seja só preguiça mesmo.
Agora com licença que estou indo malhar. Ainda tenho umas 100 provas pra corrigir hoje.

Preguiça intelectual

Hm, nem estou tão cansada assim. mas ando com uma preguiça intelectual forte.
Por isso a seca de posts por aqui, de modo que meus 6 leitores (a 'audiência' cresce!!!) devem andar meio decepcionados.
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Estou num stand by chato à beça por um trabalho para o qual fui selecionada mas ainda não começou. Está demorando muito mais do que imaginei, o que até agora foi bom porque me permitiu investir em outras coisas que me demandaram muita energia, como o concurso em que fui aprovada (pra quem não sabe ainda fui aprovada num concurso pra ser professora de uma faculdade muuuuuito importante -demorei alguns dias pra acreditar, mas parece que é verdade).
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Enquanto isso... às vezes me dá vontade de fechar o blog, mesmo porque acho que vou perdendo liberdade conforme minha carreira evolui. Com isso em mente (a perda da liberdade), resolvi tirar todas as fotos do blog e qualquer coisa que possa me identificar - como o nome da cidade onde meus pais moram, por exemplo. A única coisa que ainda me identifica são dicas como o fato de eu ter feito mestrado e o nome do meu amado cão, os temas dos posts, etc. Mas aí, cara pálida, ou isso ou fechar o blog mesmo. Só faltava eu ter que escrever sobre coisas que eu não gosto para poder manter o blog.
O fato é que ser professor é meio que ser uma pessoa pública, não? Nada de ser 'famoso', mas é uma carreira que expõe a gente mais do que as outras, porque os alunos são quase ainda adolescentes, comentam, e são muitos, de vários anos diferentes, e fofoca se espalha por aí. Melhor se resguardar, ou tomar cuidado com as palavras.