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20 junho 2005

Pílul(inh)as. Bem, nem tanto...

Quem viu Santo Forte ou já foi em terreiro de umbanda/candomblé (perdoem-me, eu não sei bem a diferença) sabe que quando o cara tá muito carregado ele chega no terreiro e começa a apanhar dos orixás (ou sei lá eu que entidades são).
Acho que se eu chegasse hoje num terreiro ia apanhar muito dos Santos e orixás.
Tô meio carregada.
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Bateram no meu carro hoje. Juro que não foi minha culpa. Eu vinha pela preferencial, um pouco apressada, é certo, atrasada - como sempre - para minha sessão semanal de terapia junguiana, quando o cara simplesmente enfiou o seu lindo Voyage (percebem que significa 'viagem' o nome do carro?) vermelho 82 no meu Celta 2004 azul, cujas prestações papi ainda paga todo mês, e quem nem meu direito ainda é - é alienado pro Banco GM.
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Enquanto preencho o meu Currículo Lattes (coisa chique, heim?) no sistema do CNPq, que é tão lento quanto o Orkut, vim aqui escrever umas pílulas pra meus fiéis leitores. Em vez de fazer o trabalho do Chaves que eu tenho que entregar na sexta-feira.
E ainda por cima hoje eu fiz uma ótima carne moída, com cenoura, tomate e berinjela, que eu comi com o arroz integral que eu mesma havia feito alguns dias atrás. Ando muito cozinheira ultimamente. Depois fiz máscara de lama na cara e hidratação no cabelo.
Espero que o Chaves leve isso em consideração quando for corrigir o meu trabalho...
Chaves sendo o professor Titular da Faculdade de Direito da USP, não o personagem daquele medonho programa de TV sbtino.
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A boneca sente saudades dos amigos e promete que quando passar o trabalho do Chaves vai pra balada com todo mundo.

Um comentário:

  1. Anônimo12:46 AM

    Tá perdoada. Esse seu sumiço foi sem querer querendo... Beijo.

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