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11 janeiro 2005

Sedução

Outro dia vi um filme brasileiro bobinho na Globo: Avassaladoras. Além do colírio Gianecchini e da ótima Giovanna Antonelli, em papel em que não exercita nem metade de seu talento, não resta muita coisa no filme. Mas sempre sobra alguma coisa...
A personagem de Giovanna é uma moça que, pra variar, procura namorado, mas não acha. No desespero, recorre até a uma agência de encontros. E para ensiná-la alguns segredos há uma outra personagem, um gay psicanalista que escreve um livro sobre relacionamentos.
A maior lição do cara, na minha modesta opinião, é a seguinte: seduza o mundo.
Em outras palavras, não são só os homens que vc tem que seduzir: a sedução é o tempo todo, com homens, mulheres, crianças. Porteiros, ascensoristas, faxineiros, motoristas de táxi, vizinhos, caixas de banco, professores, alunos, colegas de trabalho, conhecidos, amigos, cachorros e papagaios: tudo é sujeito e objeto dessa prática.
Eu acho que isso acontece quando a gente vive momentos especiais. Eu creio estar vivendo um desses momentos agora. É uma sensação tão boa, tão cheia de vida, porque as pessoas respondem de uma maneira muito gostosa ao seu bom humor, e isso se reflete na sua pele, no seu olhar, no seu sorriso.
O negócio é curtir a maré boa enquanto ela está aí!!! É o que estou fazendo. E, sinceramente, estou amando!

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